Netflix está sob pressão para impedir acesso ao catálogo americano através de VPN

Muita gente sabe que é possível acessar o catálogo americano do Netflix – com muito mais opções de filmes e séries – usando um VPN simples, ou uma extensão do Chrome. No entanto, o serviço de streaming está sob pressão para fechar essa brecha.

De acordo com a CNET Australia, a entidade AHEDA – que representa empresas como Warner, Universal e afins – quer que o Netflix corte o acesso ao catálogo americano na Austrália.

Apesar de o Netflix não estar disponível no país, estima-se que 200 mil pessoas usem o serviço, algo que provavelmente não agrada muito às empresas de TV a cabo australianas.

Mas isso não seria problema para quem está fora da Austrália, certo? Bem, depende de como este tipo de proibição seria implementada. Devido à forma em que VPNs funcionam, a única maneira de o Netflix impedir o uso deles seria barrando todos os provedores comuns de VPN. Isso acabaria com o streaming ilícito do exterior, e até impediria qualquer uso legítimo de VPNs dentro dos EUA.

Isso certamente teria impacto sobre centenas de milhares de usuários, mas não impediria totalmente o acesso vindo do exterior. Quem estiver desesperado o suficiente para assistir House of Cards pode alugar um servidor virtual privado nos EUA, gastar 10 minutos configurando um VPN gratuito, e fazer streaming sem problemas.

Não que você deva fazer isso, é claro… [CNET via TorrentFreak]

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Cobrança dupla de ICMS em vendas online é enfim proibida de vez

Em 2011, diversos estados se uniram para alertar sobre a concentração no Sudeste de empresas que vendem online: isso prejudica a arrecadação do ICMS, que é pago na origem. É que, geralmente, os produtos são enviados de São Paulo ou Rio de Janeiro, que então acabam ficando com esse imposto estadual.

Por isso, estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste firmaram um acordo para cobrarem ICMS de produtos comprados pela internet, o que resultava em cobrança dupla repassada aos consumidores. Agora, o Supremo Tribunal Federal decidiu extinguir isso porque, bem, a Constituição não permite.

A Constituição brasileira prevê que a cobrança do ICMS é sempre feita no estado de origem, exceto no caso de derivados de petróleo. A menos que você esteja comprando barris cheios de querosene pela internet, é proibida a incidência de ICMS no estado de destino.

Isso não impediu que, desde 2011, os seguintes estados efetuassem a cobrança dupla de ICMS: Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Sergipe e Tocantins. (Espírito Santo, Pernambuco e o Distrito Federal inicialmente estavam no protocolo 21 do Confaz, mas desistiram da cobrança dupla nesse meio tempo.)

Já em 2011, a Confederação Nacional do Comércio (CNC) entrou com pedido judicial, argumentando que a cobrança do ICMS duplo é inconstitucional. Infelizmente, o STF demorou até fevereiro de 2014 para conceder uma liminar suspendendo a prática. A decisão valia até que o plenário do STF julgasse o caso, o que ocorreu esta semana.

O ministro Marco Aurélio Mello foi categórico ao comentar o caso: “O protocolo foi feito com uma cara de pau incrível. Estabeleceram um protocolo e colocaram em segundo plano a Constituição”, segundo o G1.

A decisão do STF é final: os Estados agora só podem recorrer com “embargos de declaração”, para discutir eventuais omissões e contradições do julgamento, não para revertê-lo.

A ideia de cobrar ICMS no estado de destino era falha desde o início: afinal, ela impacta o consumidor, não as empresas de e-commerce. Para atraí-las, os estados poderiam, quem sabe, investir em infraestrutura ou reduzir impostos, em vez de ferir a Constituição. [STF via G1]

Foto por vpn2010/Flickr

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Emoji que nada: novo teclado para iOS 8 ajuda a enviar GIFs animados

Dentre as novidades do iOS 8, liberado ontem pela Apple para todos os seus usuários, está a possibilidade de usar teclados customizados. A princípio, a funcionalidade parecia incrível para incluir teclados deslizantes como o SwiftKey na experiência de quem lida com produtos móveis da Apple, mas a novidade abriu portas para outra iniciativa: um teclado feito apenas de GIFs animados.

É quase como que uma versão mais parruda do tecladinho de Emojis, que ficou famoso nos últimos anos por ajudar a dar expressão para as conversas digitais. Batizado de PopKey, esse teclado funciona de um jeito um tantinho diferente. Ao invés de ‘digitar’ os GIFs, ele facilita o processos de copiar e colar um GIF ao criar um acervo que aparece no rodapé da tela, exatamente onde ficava o teclado, oferecendo imagens engraçadinhas das mais diversas.

popkey--gif-keyboard

 

A ideia é trazer um tanto de diversão para interações comuns do dia a dia. Ao invés de simplesmente aceitar um convite, uma barra com diversos GIF que concordam com alguma coisa aparecem na aba “yes”, permitindo que você envie como resposta imagens como essas:

yes-gru yes-cowboy

Além disso, o PopKey também vai deixar os usuários fazerem o upload dos GIFs que preferirem, ajudando a criar um teclado de GIFs customizados para cada um. O BuzzFeed aprova a iniciativa.

O PopKey deve ser liberado dentro dos próximos dias. Quem quiser ser avisado assim que essa maravilha a novidade for lançada, pode deixar seu email em uma lista no próprio site da ferramenta.

popkey-lol-screen

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Amazon anuncia Kindle Fire HDX mais rápido e vários tablets a partir de US$ 99

No ano passado, os tablets Kindle Fire da Amazon amadureceram. Eles ganharam um novo design fantástico e elegante, além de uma atualização de software. Este ano, a Amazon anunciou um novo Kindle Fire HDX 8.9 com especificações melhores, além do Kindle Fire HD em versões de 6 e 7 polegadas a um preço incrível – a partir de US$ 99.

O novo Kindle Fire HDX 8.9 tem design bem semelhante ao seu antecessor: elegante, fino e incrivelmente leve. A versão deste ano chega a 7,8 mm de espessura e apenas 389 g.

Dentro desse corpo mais leve, o novo HDX traz especificações melhores: este é o primeiro tablet a rodar o processador Snapdragon 805. O resultado é um desempenho bastante fluido. Nosso teste foi curto, mas pelo pouco que usei os apps e o carrossel de apps na tela inicial, tudo parecia gritantemente rápido.

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E, claro, o novo HDX 8.9 é ótimo para se ver e ouvir coisas também. Demos uma olhada em um clipe de Transformers 4: A Era da Extinção (ugh) em sua ótima tela de 2560 x 1600 pixels com 339 PPI – a mesma encontrada em seu antecessor. A imagem era ótima, como se poderia esperar de um filme de Transformers.

E o som também era bem agradável, provavelmente graças à tecnologia Dolby Atmos, que promete acrescentar maior complexidade ao som. Nós só vimos uma cena do filme, mas foi fácil sentir quais explosões estavam mais próximas e quais ocorreram mais longe. O Fire HDX do ano passado também tinha um som ótimo, por isso é bom ver que o novo tablet mantém a tradição. Caso você esteja se perguntando, os alto-falantes também ainda estão perfeitamente colocados: na parte superior da traseira, onde será bastante difícil abafar o som com suas mãos.

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Mas se você quiser usar o novo Fire HDX 8.9 para fazer mais do que assistir a filmes e navegar na web, a Amazon também criou um teclado Bluetooth personalizado para o dispositivo. Trata-se de um teclado fino que se prende magneticamente ao tablet, para formar uma combinação que lembra o Microsoft Surface. O teclado não tem uma qualidade fantástica – não é nada que você gostaria de usar todo dia – mas pareceu razoável no teste rápido que fizemos digitando nele. Por enquanto, não estamos convencidos com a ideia de um Kindle como máquina de produtividade, com ou sem teclado.

O novo HDX acompanha uma nova versão personalizada do Android. O Fire OS 4 (ou “Sangria”) é baseado no Android 4.4 KitKat, e traz algumas atualizações como melhor desempenho, suporte a múltiplas contas para tablets, o app Firefly (para identificar produtos tirando uma foto, assim como no Fire Phone) e armazenamento em nuvem gratuito e ilimitado para fotos.

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Além disso, a Amazon anunciou novos tablets Kindle Fire HD mais baratos: eles são coloridos e muito baratos. A versão de 7 polegadas custa a partir de US$ 139, e o modelo de 6 polegadas começa em apenas US$ 99. Claro, as especificações não vão surpreender você: os tablets de 6 e 7 polegadas possuem tela com 252 e 212 PPI, respectivamente, e processador quad-core de 1,5 GHz da MediaTek.

Eles não são poderosos como a linha HDX, mas pareciam mais do que suficientes para realizar a maioria das tarefas (como streaming de vídeo). Nosso tempo de teste foi limitado, mas não havia muito lag ao deslizar pelos ícones na tela inicial – a maioria dos tablets de US$ 100 que testamos no passado eram visivelmente mais lentos.

A nova família Fire HD também é durável​​. A Amazon torceu os tablets, girou-os em uma roda normalmente usada para escolher números de loteria, e depois mostrou um vídeo com testes de queda bem desagradáveis – e mesmo com tudo isso, os tablets saíam inteiros. Isso é ótimo, já que você provavelmente vai tratar o seu tablet baratinho sem o mesmo cuidado de um modelo premium.

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A Amazon também criou um tablet para crianças, que aguenta ainda mais danos: ele possui um case para amortecer quedas e facilitar na hora de segurar. Isso se combina ao recurso FreeTime, presente no Fire OS há algum tempo, que permite limitar o uso do tablet e de certos apps para crianças.

O Fire HD Kids Edition também vem com uma garantia de dois anos: se quebrar, a Amazon troca o tablet sem fazer perguntas. Ele ainda acompanha um ano de FreeTime Unlimited, serviço de assinatura com 5.000 livros, filmes, apps educativos e jogos infantis. O tablet custa a partir de US$ 149.

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Mas o Fire HD de 6 polegadas e US$ 100 realmente é o mais interessante. Claro, existem inúmeros tablets por esse preço, mas eles geralmente vêm de alguma empresa genérica, e a qualidade – de hardware e software – costuma ser questionável. O Fire HD, por outro lado, vem com recursos bacanas da Amazon: no mundo de tablets de US$ 100, o Fire OS não é uma limitação tão grande quanto no espaço mais premium.

Os tablets estão em pré-venda na Amazon americana, e serão lançados em outubro. No Brasil, ainda não há previsão de lançamento – a Amazon só vende leitores de e-book por aqui.

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[Hands-on] Kindle Voyage: um leitor de e-books incrível por US$ 200

Faz alguns anos desde que os leitores de e-book Kindle deram um grande salto à frente. Em 2012, o primeiro Paperwhite causou o último grande impacto. Mas agora a Amazon tem um e-reader novo, bonito e premium para você ler seus livros e afins – este é o Kindle Voyage.

A primeira coisa a notar sobre o Kindle Voyage é o design. Ao contrário de todos os Kindles anteriores, o Voyage tem uma tela de vidro, que é microgravada para ajudar a difundir a luz. E isso funciona: em nosso teste rápido com o dispositivo, não vimos mais reflexo do que você encontraria em um Paperwhite.

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A tela não se inclina mais nas laterais: trata-se de uma chapa plana de vidro, assim como em um tablet comum. A traseira quase parece a de um Kindle Fire HDX, com o botão off em forma de círculo.

Você notará que o painel frontal do Kindle agora tem um par de linhas e pontos. As linhas fazem parte do que a Amazon chama de PagePress: para virar a página, você pode simplesmente apertar as bordas, em vez de esticar o polegar para tocar na tela. O PagePress oferece feedback tátil quando a página vira. É uma vibração muito sutil, agradável e nada perturbadora. Se quiser, você também pode desativar este recurso, e até mesmo alterar a quantidade de pressão necessária para virar as páginas de seus livros.

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Os pontos acima do PagePress são sensores de luz ambiente para a luz dianteira adaptativa do Voyage. Você ainda pode definir o brilho como quiser, é claro, mas o Voyage vem com a opção de ajustar isso automaticamente.

Nesse caso, o Voyage não só ajusta a intensidade da luz frontal com base na iluminação de onde você está, mas também a reduz lentamente ao longo de uma longa sessão de leitura em um lugar mais escuro. A Amazon diz que isso se ajusta à a forma com que seus olhos agem na escuridão.

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E essa tela! Com enormes (e talvez exagerados) 300 DPI, a tela do Voyage supera de longe não apenas a tela do Kindle Paperwhite (212 DPI), mas também o recordista anterior, as telas de 265 DPI que vivem na linha Kobo Aura. É como olhar para papel, sem ressalvas. Mas considerando que estamos apenas olhando para texto sobre um fundo branco, nos perguntamos se a densidade de pixels precisa realmente ser tão alta.

Só que o objetivo do Voyage é claramente ser melhor em todo aspecto. Ele é elegante, mais fino e mais leve que o Paperwhite (por alguns milímetros e gramas). Ele é leve, mas ainda dá uma sensação incrivelmente firme e durável, mesmo com a tela de vidro. Sua tela de 6 polegadas ainda é perfeita para uso com uma só mão, especialmente para virar a página tocando nas bordas.

Este gadget é lindo, um prazer de segurar, mas você pagará por todo esse luxo – ele custa a partir de US$ 199. Os preços aumentam se você escolher um modelo com 3G, ou se preferir um Kindle sem anúncios na tela de descanso. (Todos possuem Wi-Fi para sincronizar sua biblioteca de livros). O Kindle Voyage está em pré-venda, e será lançado nos EUA em 21 de outubro.

DivulgaçãoDa esquerda para a direita: novo Kindle, Kindle Paperwhite, Kindle Voyage

Para pessoas que não querem gastar tanto em um Kindle, ainda existem outras opções. O Kindle Paperwhite custará a partir de US$ 119 nos EUA, praticamente intocado desde 2013, mas agora com o dobro de armazenamento (que já era bastante). Também há modelos mais caros com 3G ou sem anúncios.

O Kindle mais simples, por sua vez, também recebeu uma atualização. O Kindle anterior custava US$ 69 e não tinha touchscreen: ele possui botões para virar a página, e um pequeno D-Pad na parte inferior para navegar pelos menus. O novo Kindle substitui tudo isso por uma tela sensível ao toque, ainda sem iluminação frontal, e a um preço maior – a partir de US$ 79 (sem versões 3G).

A Amazon diz que esta nova opção também inclui um processador 20% mais rápido e o dobro de armazenamento, além de seus poderes de toque. Sinto muito, amantes de botão, mas virar as páginas sem tocar na tela se tornou um recurso premium. O Kindle simples está em pré-venda e será lançado em 2 de outubro.

Ao todo, a nova família de e-readers Kindle possui três membros fortes, com o Kindle de US$ 79 na retaguarda, o Kindle Paperwhite de US$ 119 no meio-termo, e o Kindle Voyage chegando a quase US$ 200.

DivulgaçãoDa esquerda para a direita: novo Kindle, Kindle Paperwhite, Kindle Voyage

Outras fabricantes de e-readers, como o Kobo, já chegaram a preços acima de US$ 150, mas compreensivelmente com sucesso limitado. (O Kindle original custava US$ 400, mas isso foi em 2007.) Só que a Amazon tem um domínio bastante eficaz sobre o mercado de e-books em vários países, e pode encontrar um mercado maior para seu leitor premium.

No Brasil, a Amazon continua vendendo a linha antiga de Kindles sem mudança de preço. No ano passado, a empresa anunciou novos Kindles em setembro e os lançou no Brasil em dezembro – ou seja, talvez tenhamos que esperar um pouco.

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Vorwerk conta a história de amor entre um robô e um aspirador

Sem precisar apelar para gatinhos ou bebês, a Saatchi & Saatchi de Düsseldorf conseguiu criar um filme fofíssimo e de extrema sensibilidade para… um aspirador de pó. Mas não é um eletrodoméstico qualquer, na verdade, é o avançadíssimo Kobold VR200, um aspirador-robô da suíça Vorwerk.

E como se não bastasse a alta tecnologia do aparelho, tem ainda o design minimalista, uma combinação de beleza tão singular que acaba chamando a atenção de outro simpático robôzinho que vive na casa, e passa a seguir o objeto amado tentando conquistá-lo.

Mais do que uma história batida, o que pega forte neste filme é a forma como ele foi feito e a maneira que vai nos envolvendo. Ponto para a produtora Smuggler e para o diretor Jamie Rafn. Destaque, ainda, para a perfeita trilha sonora – o clássico dos anos 1960 This Guy’s In Love With You, de Herb Alpert & Tijuana Brass. 

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AntiCast 148 – Design e Artesanato

Olá, antidesigners e brainstormers!
Neste programa, Rafael Ancara, Ricardo Cunha Lima, Almir Mirabeau e Ricardo Artur discutem sobre as relações entre Arte e Artesanato. Apesar de parecerem coisas hoje distantes, há muitas similaridades entre as duas práticas, especialmente no contexto histórico de formação da profissão “designer”. Indispensável para aqueles que confundem as duas coisas – ou, pior, que as separam radicalmente.
Além disso, ao final do programa, anunciamos os vencedores da promoção lançada no AntiCast 147, valendo uma cópia do livro “Ira dos Dragões”, de Thiago Tizzot, e uma cópia da HQ “Fim do Mundo” e um poster da mesma, de André Ducci.

>> 0h13min05seg Pauta principal
>> 1h24min28seg Leitura de comentários
>> 2h21min00seg Música de encerramento: “The Red”, da banda Chevelle

Faça download aqui

Links

O uso e contemplação – Octavio paz
Cadeiras Irmãos Campana

Matricule-se no novo workshop de História da Arte do Ivan – “Arte e Morte: o Morrer como Experiência Estética”, dia 15 de Novembro em São Paulo
Curso “Filosofia do Design”, no Rio de Janeiro, com Daniel Portugal. Início dia 22 de Outubro.
HQ de Ton Messa: “Os Crimes da Rua do Arvoredo”
Trabalho de análise bakhtiniana do “Karatê Paranaense”, feito pelos alunos do Ivan

Pensar Infográfico: Curso Introdutório de Infografia

b9propaganda

Pensar Infográfico é um projeto de ensino de infografia do Rafael Ancara e do Fabiano de Miranda, que por meio de cursos e palestras busca incentivar o estudo e reflexão da teória/prática da infografia. Neste ano eles estão promovendo o Curso Introdutório de Infografia, que apresenta um panorama das principais questões acerca dos infográficos, discutindo ferramentas, modos de produção e outras informações pertinentes para a produção de bons infográficos. As próximas datas são:

19 de Outubro – São Paulo
8 de Novembro – Curitiba (valor promocional até 19 de Setembro)

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Mais informações sobre os cursos em infograma.org
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Latinos. We’re all over the fucking place

Não importa para onde você vá. Há grandes chances de encontrar um latino – ou pelo menos algum produto ou referência latina – por lá. Afinal, estamos “all over the fucking place”, como aponta o divertido comercial criado pela Santa Clara para a 17ª edição do festival El Ojo de Iberoamérica, que rola entre os dias 19 e 21 de novembro em Buenos Aires. O evento é voltado para a fomentação e valorização da criatividade latino-americana.

Produzido pela Fantástica Filmes e Post, o filme tem direção de Marlon Klug com música e letra da S de Samba e direção musical de Simoninha.

Segundo Felipe Cury, que assina a campanha junto com Felipe Ribeiro, Fernando Campos e Leo Avila, a ideia era mostrar como os latinos realmente estão presentes, de alguma maneira, em todos os cantos do planeta. “E nesse processo de miscigenação global, eles levam toda a sua efervescência cultural muito característica: suas crenças, sua exuberância, seu jeito ‘caliente’, entre outras maneiras e costumes”, explica.

O resultado ficou bacana e é divertido ver como a “latinidade” aparece nos lugares menos esperados.

latinos

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“Safari” divulga programa de fidelidade da Expedia

Para alguns profissionais, há aquelas viagens que eles têm de fazer e aquelas que eles gostariam de fazer. É a história de um destes profissionais que a Expedia conta em Safari, filme que divulga seu programa de fidelidade +Rewards. Com criação da agência 180LA, o comercial mira naquelas pessoas que frequentemente estão longe de seus familiares por conta das viagens de negócios, mas que ao mesmo tempo podem coletar pontos para uma viagem de lazer.

É mais um filme fofo da Expedia, que junto com a 180LA, tem conseguido manter uma certa consistência em seus comerciais, que sempre trazem boas histórias para nos lembrar que uma viagem sempre pode ser muito mais do que uma viagem.

A produção é da Skunk.

expedia

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BitTorrent Bleep, o chat P2P seguro, está disponível para Mac e Android

No fim de julho, o BitTorrent lançou o Bleep, seu serviço de chat seguro que usa o famoso protocolo de compartilhamento de arquivos. Mas ele estava em fase pré-alpha e exigia convite para rodar em Windows 7 e 8.

Hoje o Bleep entrou em fase de teste alfa e também ganhou versão para Mac e Android. A nova fase é aberta – não há mais exigência de convite – então qualquer pessoa pode testar.

O Bleep usa o protocolo p2p do BitTorrent para conversas em chat super seguras, que não passam por servidores de terceiros que podem ser usados para espionar o que você fala para seus amigos. Você pode fazer o download por aqui – outras plataformas devem ganhar suas versões do Bleep no futuro. [Gizmodo US]

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