Braincast 119 – Plágio, Cópia e Atribuição

Inspiração ou cópia? Referência ou plágio? No Braincast 119, discutimos as diferenças entre as situações e a busca pela originalidade.

Quando o trabalho pode ser chamado de seu e quando se deve dar os devidos créditos. Listamos ainda os 10 tipos de plágios, dos mais para os menos severos.

Faça o download ou dê o play abaixo:

> 01m58 Comentando os Comentários

> 10m30 Pauta principal
> 1h18m35 Qual é a Boa? – qualeaboadobraincast.tumblr.com

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Workshop9

Workshop9

Há quantos anos ouvimos que “esse é o ano das mídias sociais no Brasil”? Só que a tecnologia continua avançando, as pessoas mudam junto e as marcas ficam perdidas perseguindo a próxima grande novidade.

Este workshop irá mostrar como usar redes sociais como plataforma para gerar resultados de negócio para marcas, sob uma nova lente que este mercado vive há poucos anos: as redes sociais agora são mídia de massa. Mais do que “falar com os influenciadores” vamos encarar cada pessoa como um influenciador para seu grupo de amigos, com as marcas contando as histórias certas para cada uma destas pessoas.

>> INSCREVA-SE!

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Qual é a Boa? em vídeo!

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Críticas, elogios, sugestões para braincast@brainstorm9.com.br ou no facebook.com/brainstorm9.
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Quer ouvir no seu smartphone via stream? Baixe o app do Soundcloud.

Brainstorm9Post originalmente publicado no Brainstorm #9
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Vendas de case de iPhone com câmera térmica começam amanhã

Em janeiro, nós nos deparamos com um dos acessórios mais legais para iPhone dos últimos anos. A FLIR pegou sua tecnologia de imagens térmicas, que ela normalmente fornece para polícias e órgãos militares, e a colocou num case para iPhone 5/5S, chamado FLIR ONE. A partir de amanhã, ele estará finalmente disponível para pré-venda. O preço começa em US$350.

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O case é composto por várias partes. A unidade de imagem térmica pode ser rapidamente conectada ou removida, conforme necessário, já que ela adiciona um pouco de espessura ao iPhone 5/5S, pois vem com sua própria bateria recarregável e um par de câmeras que ajudam a criar imagens térmicas reconhecíveis.

A FLIR ONE tem vários usos práticos, como testar eletrônicos para verificar superaquecimento, ou procurar vazamentos no sistema de isolamento térmico da sua casa. Mas também é um belo brinquedo divertido, perfeito para dar uma olhada em coisas à noite ou medir a raiva da sua esposa por você ter gastado US$350 numa câmera térmica. [FLIR ONE]

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Canvas Fingerprinting, uma nova ferramenta que provavelmente está te vigiando online

O que a Casa Branca e o YouPorn têm em comum? Os sites dos dois usam o canvas fingerprinting, um novo formato de monitoramento online criado para dificultar a vida de quem quer manter a privacidade. A ProPublica investigou o novo método, desenvolvido como uma alternativa insidiosa aos cookies para que os sites possam manter o controle sobre quem os visita.

Pesquisadores de Princeton e da Universidade KU Leuven foram os primeiros a descobrir o canvas fingerprinting e escreveram um estudo cujo nome é The Web Never Forgets (A internet nunca esquece). Segundo a estimativa dos estudiosos, 5% de 100.000 sites muito acessados usam esse método para traçar as movimentações online, incluindo o site da Casa Branca, o Perez Hilton, o PlentyOfFish, o Rap Genius, a CBS e, sim, o YouPorn.

Então, como isso funciona?

O canvas fingerprinting tem esse nome porque ele instrui os navegadores a desenhar uma imagem secreta e cada computador é capaz de produzir uma imagem diferente, única, como uma impressão digital. Uma impressão digital que irá te seguir enquanto você estiver online.

Uma vez que seu navegador cria essa imagem, a informação é retransmitida para o site. E ele vai usar a sua imagem única para atribuir um número ao seu computador e desenvolver um perfil do usuário para — sempre isso — segmentar melhor os anúncios que serão mostrados para você. O canvas fingerprinting foi inventando em 2012 e uma empresa chamada AddThis foi quem desenvolveu o código usado em 95% das vezes.

Não quer mostrar a sua “impressão digital”?

O canvas fingerprinting é uma forma de rastreamento online especialmente sinistra porque você não pode usar o AdBlock Plus ou as configurações de privacidade padrão o seu navegador para contornar o sistema. O modo incógnito dos navegadores também não funciona com o canvas, o que é uma má notícia para quem está tentando manter em segredo suas escolhas de entretenimento adulto. Eles sabem o que você está vendo.

Se você quer evitar canvas fingerprinting, a ProPublica apontou alguns métodos. Você pode usar o Tor para usar a internet de forma anônima e evitar qualquer tipo de rastreamento. Você também pode usar o NoScript, uma extensão para o Firefox que acaba com o rastreamento, só que você vai precisar ficar ativando e desativando o Java ou outro script que os sites rodem. Aqui você pode ver uma lista de todos os grandes sites que usam canvas fingerprinting, mas ele não é atualizado com frequência.

Você também pode baixar o Chameleon, um navegador criado para evitar esse tipo de rastreamento, mas ele ainda está em fase beta e não é muito amigável para o usuário a não ser que você esteja acostumado com as coisas do GitHub. Outra opção: bloquear por completo o JavaScript do seu computador; só que isso vai te atrapalhar a navegar em vários sites, então eu não recomendo.

É perturbador perceber que todas as soluções disponíveis são inconvenientes ou incompletas. Mas enquanto alguém não encontrar um jeito de travar o rastreamento, você ao menos poderá saber que sites estão violando a já pouca privacidade que temos online.

[ProPublica]

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Canvas Fingerprinting, uma nova ferramenta que provavelmente está te vigiando online

O que a Casa Branca e o YouPorn têm em comum? Os sites dos dois usam o canvas fingerprinting, um novo formato de monitoramento online criado para dificultar a vida de quem quer manter a privacidade. A ProPublica investigou o novo método, desenvolvido como uma alternativa insidiosa aos cookies para que os sites possam manter o controle sobre quem os visita.

Pesquisadores de Princeton e da Universidade KU Leuven foram os primeiros a descobrir o canvas fingerprinting e escreveram um estudo cujo nome é The Web Never Forgets (A internet nunca esquece). Segundo a estimativa dos estudiosos, 5% de 100.000 sites muito acessados usam esse método para traçar as movimentações online, incluindo o site da Casa Branca, o Perez Hilton, o PlentyOfFish, o Rap Genius, a CBS e, sim, o YouPorn.

Então, como isso funciona?

O canvas fingerprinting tem esse nome porque ele instrui os navegadores a desenhar uma imagem secreta e cada computador é capaz de produzir uma imagem diferente, única, como uma impressão digital. Uma impressão digital que irá te seguir enquanto você estiver online.

Uma vez que seu navegador cria essa imagem, a informação é retransmitida para o site. E ele vai usar a sua imagem única para atribuir um número ao seu computador e desenvolver um perfil do usuário para — sempre isso — segmentar melhor os anúncios que serão mostrados para você. O canvas fingerprinting foi inventando em 2012 e uma empresa chamada AddThis foi quem desenvolveu o código usado em 95% das vezes.

Não quer mostrar a sua “impressão digital”?

O canvas fingerprinting é uma forma de rastreamento online especialmente sinistra porque você não pode usar o AdBlock Plus ou as configurações de privacidade padrão o seu navegador para contornar o sistema. O modo incógnito dos navegadores também não funciona com o canvas, o que é uma má notícia para quem está tentando manter em segredo suas escolhas de entretenimento adulto. Eles sabem o que você está vendo.

Se você quer evitar canvas fingerprinting, a ProPublica apontou alguns métodos. Você pode usar o Tor para usar a internet de forma anônima e evitar qualquer tipo de rastreamento. Você também pode usar o NoScript, uma extensão para o Firefox que acaba com o rastreamento, só que você vai precisar ficar ativando e desativando o Java ou outro script que os sites rodem. Aqui você pode ver uma lista de todos os grandes sites que usam canvas fingerprinting, mas ele não é atualizado com frequência.

Você também pode baixar o Chameleon, um navegador criado para evitar esse tipo de rastreamento, mas ele ainda está em fase beta e não é muito amigável para o usuário a não ser que você esteja acostumado com as coisas do GitHub. Outra opção: bloquear por completo o JavaScript do seu computador; só que isso vai te atrapalhar a navegar em vários sites, então eu não recomendo.

É perturbador perceber que todas as soluções disponíveis são inconvenientes ou incompletas. Mas enquanto alguém não encontrar um jeito de travar o rastreamento, você ao menos poderá saber que sites estão violando a já pouca privacidade que temos online.

[ProPublica]

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Google vai abrir campus para startups brasileiras em São Paulo

Se você tem uma boa ideia em tecnologia, poderá receber uma ajuda de peso em breve. O Google anunciou que abrirá em 2015 um Campus no Brasil para fomentar startups nacionais. A unidade de São Paulo será o quarto dos campi do Google for Entrepreneurs — já existem espaços do tipo em Londres, Inglaterra, e Tel Aviv, Israel, além de um projeto para montar um em Varsóvia, na Polônia.

E o que o Google vai oferecer para quem tem um monte de ideias na cabeça e muita vontade de montar sua startup? O post no blog da companhia fala um pouco mais sobre o projeto:

No Campus São Paulo, eles receberão orientação e treinamento de integrantes da comunidade local de startups, incluindo profissionais experientes e especialistas do Google. Os empreendedores também terão acesso à internet banda larga e a um ambiente de trabalho propício ao surgimento de grandes ideias.

A nota, no entanto, não diz quando exatamente o Campus São Paulo abrirá as portas nem o que é preciso para se inscrever, apenas que eles estão “ansiosos para abrir as portas”. Nós também, Google. Nós também. [Google Brasil Blog]

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Rolagem contínua em sites de notícias ajuda a conter taxa de rejeição

Ao acessar uma determinada matéria nos sites da Time.com, NBCNews.com ou LATimes.com, o leitor hoje se depara com um design diferente, e com uma barra de rolagem que é quase infinita. Ao encerrar uma matéria, basta continuar rolando para ver mais uma, e mais outra.

Essa estratégia tem como intuito conter a taxa de rejeição dos sites de notícias, métrica que dá conta do número de usuários que acessam o link, leem apenas a notícia em questão, e depois vão embora, sem navegar por outros conteúdos. Essa ‘armadilha’ parece ter dado certo – o Time.com relata uma queda de 15% na sua taxa de rejeição, além de um aumento de 21% no número de visitantes de desktop que navegavam para outros conteúdos do site.

Esse novo modelo de usabilidade dos sites surge devido a um aumento do acesso proveniente de redes sociais, que remetem a audiência para um artigo em especial, e não para a página principal. Com isso, é preciso pegar o visitante pela mão e leva-lo a outros conteúdos da publicação, ou trazer às páginas internas pequenos conteúdos que convidem para a navegação para outros artigos. A ‘rolagem infinita’ auxilia nesse processo, já que basta continuar rolando a página para ser impactado por novos conteúdos.

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A diferença fica por conta do que cada publicação mostra na sequência de rolagem contínua: na Time, são as principais notícias do dia; na NBC News, são matérias relacionadas à que levou o leitor para o site, o que causou um aumento de 20% nas páginas vistas por visitante; e no LA Times, a tendência é manter o visitante na mesma seção da matéria que ele começou a ver, mas existe também a opção de mostrar outros cadernos relacionados.

É preciso pegar o visitante pela mão e leva-lo a outros conteúdos da publicação, ou trazer às páginas internas pequenos conteúdos que convidem para a navegação para outros artigos

No Brasil, uma medida semelhante foi tomada pelo Terra em seu novo design, apresentado há poucos meses. Ao acessar uma matéria específica do portal, o leitor que rolar a página ganha quase que uma ‘página principal’ depois da notícia que leu, ajudando a convidá-lo a outros conteúdos.

Será que a medida realmente ajuda a manter o leitor consumindo outras notícias, ou os usuários vão se acostumar com esse comportamento do site e parar a rolagem logo no final da matéria que queriam ver?

Brainstorm9Post originalmente publicado no Brainstorm #9
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Cientistas descobriram como “editar” o genoma humano para diminuir a eficácia do HIV

O HIV é um vírus sorrateiro. O desenvolvimento dele implica em integrar os genes do vírus ao DNA da pessoa portadora, então mesmo quando o paciente está com todos os antiretrovirais em dia, o HIV continua se escondendo discretamente dentro das células. Mas agora os cientistas descobriram um modo de editar o vírus e tirá-lo do genoma humano — uma cura em potencial que poderá servir para acabar com as infecções latentes.

A edição de genoma é uma técnica poderosa que tem sido cada vez mais usada graças a uma notável proteína que tem a capacidade de “cortar” uma determinada sequência de DNA com facilidade e precisão. Na verdade, a edição de genoma já foi utilizada para tratar o HIV antes. No começo do ano, outro grupo de pesquisadores usou a edição de genoma para “cortar” a sequência de DNA de uma proteína humana que pode servir como hospedeira para o vírus.

O último estudo, de Kamel Khalili da Universidade de Temple, usa uma técnica similar, mas com um objetivo diferente. Em vez de editar os genes humanos, ele quer ir direto ao genes do HIV. A equipe de Khalili mostrou que a proteína capaz de cortar sequências de DNA poderia eliminar cópias do genoma do HIV que se hospedam em células de imunidade, como as micróglia e as células T. Isso poderia ajudar a prevenir as novas infecções causadas pelo vírus do HIV.

A pesquisa é recente, então obviamente o caminho até que os cientistas consigam algo que funcione em seres humanos está repleto de desafios. Em geral, poucas células do corpo humano são infectadas pelo HIV de forma latente; então como verificar se a edição do genoma chegará a essas células? E como assegurar que a proteína “cortadora” não eliminará coisas que ela deveria deixar exatamente como estão?

Quando essas questões tiverem uma resposta, a edição de genoma poderá ser um grande passo na busca de uma cura para o HIV. Exceto em alguns casos envolvendo transplante de medula, a cura vem escapando por entre os dedos dos cientistas. O HIV se esconder nas células e edita o genoma dos portadores do vírus — de modo que faz sentido que a cura seja encontrada através da edição do genoma.

[PNAS via Motherboard / Imagem de destaque via]

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Disco novo do Ludov mostra uma banda que sabe se reinventar sem perder a identidade

“Então por que não se aventurar mais?”

É com esse espírito que o Ludov – macaco velho que vem remando contra a maré da indústria há 12 anos no mercado independente – acabou de lançar seu quarto álbum, Miragem.

O nome não poderia ser mais pertinente. O disco surge mesmo como um oásis no meio de um deserto tão árido e ríspido, que é o nosso cenário musical atual. Que bom ouvir um disco novo de uma banda tão competente e constatar que já é um trabalho vencedor não só porque conseguiu nascer, mas também porque suas músicas são excelentes.

Copo de Mar foi o primeiro single oficialmente divulgado pelo Ludov para promover Miragem. A música abre o disco e já ambienta você num universo cheio de metáforas inteligentes, sonoridade densa e produção meticulosa de Arthur Joly.

“O mar que você me deu não serve pra navegar” é o pontapé (ou tapa na cara) inicial de uma obra que revela uma banda mais madura, mais pensativa, mais questionadora.

Miragem amplia seus contextos e significados, fazendo o papel de um ombro amigo musical que compreende nossas tormentas, nossos sonhos que a decepção transformou em pesadelo, nossas expectativas enterradas debaixo de um punhado triste de realidade.

Contudo, Miragem está longe de ser um disco deprê. Muito pelo contrário. Há um toque extra (e muito bem-vindo) de melancolia, mas a musicalidade sempre diversa e criativa do Ludov nunca deixa as músicas caírem nas armadilhas fáceis da auto-penitência. E aí que entra a esperteza da banda. É gratificante perceber a maturidade de quem tem tanto tempo de estrada e sabe se aproveitar dessa experiência.

Quem Cuida da Casa é Ludov típico, e Na Fila do B-52’s tem aquelas sacadas poéticas deliciosas com as quais eles vêm nos acostumando há tantos anos. Mas o mais legal é sentir como eles estão à vontade e orgulhosos de seu novo material. Eu, como admirador da banda, fico orgulhoso também. A dobradinha Sétima Arte e O Fim da Paisagem arranca arrepios da espinha e encerra o disco numa atmosfera esperançosa, desafiadora e apoteótica. E aí você entende que acabou de ouvir um disco de gente grande. E como se não bastasse, a capa do álbum também é linda. Uma ilustração f*** do Gabriel Bá.

Miragem foi bancado por uma iniciativa de crowdfunding e saiu nas versões digital e vinil. Tenho certeza que quem ajudou a financiar este novo trabalho do Ludov não se arrependeu. Ninguém ajudou a financiar um disco demo de garagem. Todo mundo ajudou a trazer à tona um dos melhores discos de música brasileira do ano.

O som do Ludov está cada vez melhor e mais ousado. E eu sou cada vez mais fã.

Brainstorm9Post originalmente publicado no Brainstorm #9
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Veja a tela flexível de 18 polegadas da LG em ação

Há pouco tempo nós escrevemos sobre a tela flexível da LG que pode ser enrolada como uma revista. Parece muito louco. Mas ver a tela de 18 polegadas sendo enrolada ao vivo é uma coisa de outro mundo.

O vídeo, descoberto pelo OLED Info, é uma demonstração feita num escritório escuro, provavelmente em algum lugar da Coreia. Em 35 segundos sua mente será dobrada junto com a tela. Como isso é possível? Ei, você no vídeo. Cuidado pra não quebrar esse negócio aí.

Como vimos anteriormente, o protótipo OLED de 1200×910 usa uma película que permite que ele seja mais flexível do que o plástico. Mas mesmo sabendo que quem está manipulando a tela é provavelmente alguém treinado, é quase impossível acreditar que estamos vendo isso. Talvez isso aconteça porque estamos olhando para o futuro.

[OLED Info]

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Emojis estão por todos os lados nessa propaganda da Dissolve

Representando diversos itens e atividades do nosso cotidiano, esses pequenos ícones que são inseridos nas mensagens que trocamos por meios digitais parece que não vão desaparecer tão cedo.

Esse comercial do banco de vídeos Dissolve brinca com o que poderia ser um trailer de um documentário sobre a onipresença dos emojis, que substituindo objetos comuns da nossa rotina, como carros, crianças, casas e até sorvetes.

A estética é a mesma que já foi usada anteriormente pela Dissolve, usando um compilado de clipes de vídeos que podem ser encontrados no próprio serviço, mas dessa vez conta com a ‘figuração’ de 68 personagens emoji.

Uma prova de que com um narrador ‘clássico’, um punhado de clipes e alguns emojis, já é possível criar um vídeo divertidinho.

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Brainstorm9Post originalmente publicado no Brainstorm #9
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