É assim que funciona o “Modo Insano” do novo carro da Tesla

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No final do ano passado, a Tesla Motors apresentou seu mais recente veículo dual-motor Model S, e entre algumas das melhorias estava uma incrível capacidade de aceleração.

No chamado “Modo Insano”, é possível acelerar o carro de 0 a 95 ou 100 km/h em apenas 3,2 segundos. Para mostrar melhor o que isso significa, o canal do YouTube DragTimes gravou a experiência de diversas pessoas no banco do carona, enquanto o motorista utilizava o tal modo insano.

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A sensação geral parece ser de uma montanha-russa surpresa. Repare na última cena do vídeo, como o celular da menininha vai parar no banco, por conta da velocidade. Impossível não sorrir ao ver as reações.

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Global Game Jam 2015: menos reality show e mais Dragon Ball Z

Talvez não seja à toa que a Global Game Jam aconteça no mesmo período de BBB: são várias pessoas diferentes confinadas em um lugar por um determinado tempo, algumas nunca se viram na vida e às vezes rola até discussões. Por isso, muitas pessoas encaram a principal maratona de desenvolvimento de jogos como uma “nave louca”, o que pode não ser nada bom.

Continue lendo no Kotaku.

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Mamilos 10 – A boa morte, rombo na Petrobrás, realitys bizarros e seca

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A comunidade mamileira se mobilizou e conseguiu unir o casting mais estrelado e especializado do Mamilos. Camila Appel, autora do blog Morte sem Tabu, dividiu a bancada com a pesquisadora Jussara Almeida e a médica especialista em cuidados paliativos Milena Reis para falar com poesia, sabedoria e carinho sobre a Indesejada de Todas as Gentes. Contamos ainda com a participação super especial do Dr João Figueiró.

Pra aquecer bora falar de catástrofe, roubalheira e bizarrice? Bora!

Taca-lhe o play nesse Mamilos ;)

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01m45 Fala que eu te escuto
11m40 Trending Topics
35m00 Treta da Semana: A boa morte
1h31m45 Farol Aceso

CRÉDITOS:
Edição: Caio Corraini
Música: Norah Jones & Yann Tiersen

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Críticas, elogios, sugestões para mamilos@brainstorm9.com.br ou no twitter.com/mamilospod.

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LINKS:

Errata 1%
A desigualdade vem caindo e o mundo nunca foi tão rico
Pare de colocar a culpa na desigualdade

Crise Hídrica
Ensaio Sobre a Cegueira Hídrica
Como fazer cisternas
Boletim Falta d’agua
Omissão Criminosa

Realitys Bizarros
Universo Fashion
Datena do Iraque

Rombo da Petrobrás
Notícia
Um alerta sobre o ajuste fiscal

Ortotanásia e Cuidado Paliativo
Parecer jurídico autorizando a ortotanásia
Portal Testamento Vital
Registro Nacional de Testamento Vital
Definição de ortotanásia
Diferença entre eutanásia, ortotanásia e distanásia
Ortotanásia e o direito penal brasileiro
Tramitação da Lei para regulamentar a ortotanásia
Bioética da beira do leito
A morte é um dia que vale a pena viver
Sobre arrependimento
Blog Morte Sem Tabu
Casa do Cuidar – Práticas e ensinos em cuidados paliativos

Farol Aceso
Ju – O carrasco do Amor e Quando Nietzsche chorou
Cris – Mar adentro
Milena – Elsa & Fred, Amour e Jornada do Cuidado Paliativo
Camila – Six Feet Under e Morte sem tabu
Jussara – Still Alice

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Novo Jolla Tablet tem 64 GB de armazenamento, roda apps de Android e custa US$ 249

Em novembro, a Jolla – empresa criada por ex-funcionários da Nokia – anunciou seu primeiro tablet com uma nova encarnação do MeeGo, totalmente baseada em gestos. Ele está de volta em uma versão melhorada, custando US$ 249.

O novo Jolla Tablet é bem semelhante ao que vimos antes: possui tela IPS de 7,85 polegadas e 2048 x 1536 pixels. Por dentro, temos um processador Intel Atom quad-core de 64 bits e 2 GB de RAM. Há duas câmeras: traseira de 5 megapixels e frontal de 2 MP.

Mas agora, ele conta com 64 GB de armazenamento interno, expansível via microSD. Há um detalhe aí: o tablet tem suporte a cartões de até 128 GB, mas “devido a limitações de licenciamento da Microsoft, cartões com mais de 32GB não serão diretamente compatíveis com computadores com Windows”, porque a Jolla não licenciou o formato de sistema de arquivos exFAT da Microsoft.

Isto é, se você usar o microSD no tablet, não poderá retirá-lo e inserir em um laptop com Windows; será preciso conectar o tablet ao laptop via USB. O cartão funcionará normalmente no Linux.

O Jolla Tablet com 64 GB também traz uma bateria levemente maior de 4.450 mAh, mas ainda assim inferior aos 5.300 mAh no Nokia N1. Há também giroscópio e bússola.

Ele roda Sailfish OS 2.0, com uma interface que não depende de botões – e sim de gestos. Por exemplo, você abre o menu de um app deslizando o dedo de cima para baixo, e minimiza apps deslizando a partir da borda direita. O sistema também roda apps de Android, e você pode usar lojas alternativas como a Amazon Appstore.

O Jolla Tablet está sendo vendido através do Indiegogo por US$ 249, disponível apenas para quem mora nos EUA, Canadá, União Europeia, Noruega, Suíça, Rússia, Índia, China, Hong Kong e Austrália. [Jolla Blog via The Verge]

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Agência brasileira imagina como seria um rebranding global da Xiaomi

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Inspirada por estudos de caso como o do estudante Andrew Kim, que propôs um novo visual para a marca da Microsoft, a agência brasileira Neelkeen se propôs um interessante desafio: criar uma nova identidade para a gigante chinesa Xiaomi, tirando um pouco do ‘look and feel’ asiático e propondo algo mais global.

A Xiaomi é hoje considerada a 3ª marca de smartphone mais vendida no mundo, número elevadíssimo inclusive pela sua enorme presença no mercado asiático, que é bastante populoso. No entanto, a Xiaomi ainda mantém muito do seu lado oriental – por exemplo, atualmente a mascote da marca tem uma estrelinha vermelha no gorro. Qualquer semelhança com a bandeira da China não é acidental.

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Em apenas 3 dias de trabalho focado, a Neelkeen criou o conceito “you and Mi”, que reforçaria o relacionamento dos consumidores com a marca Mi e traria um ar mais globalizado para a marca.

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Um novo ícone, apelidado de “feedback infinito”, também representa a dinâmica dos fãs com a marca. Criado pelo designer Daniel Gouw, o pictograma pode ser compreendido por diversas culturas, o que ajuda a superar qualquer resistência que consumidores ocidentais venham a ter com produtos de origem chinesa. “Mais do que simplesmente internacionalizar o visual da marca, queríamos que o símbolo representasse a união entre a Mi e os seus fãs”, explica ele.

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Os resultados podem ser conferidos no site youandmi.co, onde o estudo é apresentado.

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Quem disse que apenas os gringos fazem bons trabalhos conceituais, não é mesmo?

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Por até R$ 2.099, Samsung lança smartphones Galaxy A3, A5 e A7 com corpo metálico no Brasil

A Samsung prometeu diferenciar seus smartphones “através de laterais de metal“, e a estratégia se materializou na linha Galaxy A, com bordas e traseira de alumínio liso. Agora, a empresa anuncia seu lançamento no Brasil.

Como é de se esperar, a Samsung está cobrando caro por especificações medianas. O Galaxy A3 (imagem acima) tem processador Snapdragon 410 quad-core, 1 GB de RAM e câmera traseira de 8MP com flash LED. Sua tela AMOLED de 4,5 polegadas possui resolução 960×540. A bateria não-removível tem 1.900 mAh; são 6,9 mm de espessura.

São especificações levemente inferiores ao Moto G (2014), mas o Galaxy A3 vai custar R$ 1.199 quando chegar ao país em fevereiro.

Galaxy A5 branco

O Galaxy A5 oferece especificações um pouco melhores: tela HD de cinco polegadas, 2 GB de RAM, câmera de 13 megapixels e bateria não-removível um pouco maior. O processador é o mesmo Snapdragon 410. Com 6,7 mm de espessura, o smartphone custará R$ 1.499.

Samsung Galaxy A7 (1)

Temos também o Galaxy A7, com um hardware mais potente. Ele traz processador Snapdragon 615 de 64 bits e oito núcleos – quatro para tarefas mais intensas, e quatro que consomem menos energia.

Temos aqui uma tela AMOLED de 5,5 polegadas e resolução Full-HD, 2 GB de RAM e uma bateria de 2.600 mAh. A câmera traseira tem 13 megapixels e flash LED. São 6,3 milímetros de espessura.

O Galaxy A7 tem especificações semelhantes ao Moto X (2014), mas custará R$ 2.099 no lançamento.

Samsung Galaxy A - selfie

Todos os aparelhos da linha Galaxy A têm câmera frontal de 5 megapixels, com campo de visão de 120° para todo mundo caber na foto. Existe também um modo de selfie automática, para tirar a foto usando um comando de voz ou um aceno da mão.

Eles também são dual-chip e têm suporte ao 4G brasileiro, e oferecem alguns recursos gratuitos: 50 GB de espaço no Dropbox por dois anos, três meses de Evernote Premium e seis meses de streaming no Google Play Música.

E, claro, todos ainda rodam Android 4.4 KitKat, sem previsão oficial de atualização para o Lollipop. Os aparelhos da linha Moto X e Moto G estão recebendo o Android 5.0. [Exame]

Foto por SamsungTomorrow/Flickr

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Como a Samsung acabou com imprevistos em reuniões

Integrar os mais diversos tipos de tablets e smartphones dentro do ambiente corporativo é um dos grandes desafios que as empresas têm pela frente. A possibilidade de levar o próprio dispositivo móvel para o ambiente profissional é considerada uma das mais radicais mudanças no ambiente de computação corporativo desde a chegada dos PCs.

Ninguém aguenta mais ficar sentado em uma cadeira, muitas vezes desconfortável, diante de uma tela para cumprir tarefas simples como editar, compartilhar e imprimir documentos. Parece claro tanto para quem comanda quanto para quem está em outros níveis da organização que o mundo atual já não comporta o mesmo tipo de organização das fábricas do século 19, onde todos cumpriam horários fixos em posições predeterminadas. As exigências do mercado já mudaram, mas o ambiente corporativo precisa correr atrás.

Tudo começou a ficar mais flexível a partir do desenvolvimento das soluções para armazenamento de dados na nuvem, que simplificou fluxos e enxugou ecossistemas. Se seus dados estão migrando para a nuvem, sua impressão também deve ser capaz de alcançá-los de maneira imediata, sem a necessidade de criar um arquivo local toda vez que desejar imprimir ou escanear.

Enviar dezenas de emails para si mesmo é um processo esgotado. A complexidade caminha lado a lado com a ineficiência. A Samsung pode ajudá-lo a  pôr um fim nisso com a nova linha de impressoras multifuncionais SMART. Elas usam plataformas abertas, que tiram do caminho hardwares e servidores superavançados, mas de alto custo. Assim, fica mais simples encontrar os dispositivos de impressão remotamente. É incrivelmente prático

Quer outro exemplo? Filas para atendimento em hospitais. Elas parecem – e quase sempre – demoram cada vez mais. Parte do problema pode ser explicada pela enorme quantidade de documentos que devem ser manuseados desde que o paciente preenche uma ficha na recepção. Tanto médicos quanto enfermeiros ou funcionários da área administrativa precisam ter certeza de que “você é você” e que seus dados estão seguros. Quando todo esse processo é feito manualmente, os gargalos aparecem.

Com a nova linha de impressoras multifuncionais SMART, a área de TI pode respirar, porque esses equipamentos garantem autenticação segura para centenas de usuários por meio de senha. Um enorme trabalho burocrático, de autenticação para poder usar a rede em trabalhos de impressão, desaparece. No mundo médico, só pessoas autorizadas podem ter acesso a documentos médicos confidenciais. No mundo corporativo vale o mesmo princípio.

Entre um atendimento e outro pode ser que um médico precise imprimir um exame do próprio celular – ou que o gerente precise imprimir imediatamente, em um andar diferente do qual trabalha, um documento para uma reunião. Hoje, esse gerente precisa pegar o elevador, ir até o seu computador, imprimir e voltar para o elevador. Com SMART, ele faz isso do andar em que estiver, direto do celular. Basta que tenha autorização da rede.

As impressoras SMART são compatíveis com Android, Windows e iOS, e entendem tablets e celulares, a todo o momento. Menos filas, mais atendimentos, melhores reuniões e uma boa impressão. Essa é a receita Samsung.

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Elena de Avalor, a primeira princesa latina da Disney

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Depois de Tiana, a princesa negra, agora é a vez das latinas se sentirem realezas no mundo da Disney: a marca comunicou que em 2016 será apresentada ao público Elena, a primeira princesa latina da Disney.

Elena estreará como parte de um episódio especial de “Princesinha Sofia” (Sofia the First), série animada que irá reunir diversas princesas, que será exibida pelo Disney Junior em 2016. No mesmo ano, Elena ganhará também sua própria série, Elena de Avalor.

Segundo a Disney, a personalidade de Elena é de uma princesa autoconfiante e bondosa, que vive em um reino inspirado por diversas personagens culturais e folclóricas latinas. Ela terá 16 anos, e poderá contar com a ajuda e auxílio de seus avós Tito e Cici, a irmã Isabel, o amigo Mateo e o duque Esteban, conselheiro real, em suas aventuras.

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Para quem se perguntou onde fica Avalor, a resposta é bem estilo-Disney – a região é tão ficcional quanto o reino de “Tão Tão Distante” de Shrek.

Nos EUA, Elena será dublada por Aimee Carrero, atriz nascida na República Dominicana.

Como bem destacou Paula Romano, Manoel Carlos, o Maneco, deve estar radiante com a escolha do nome Elena para a princesa.

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Microsoft vai investir na Cyanogen, que quer criar um Android independente do Google

A Cyanogen é a empresa por trás da conhecida ROM CyanogenMod, e seu CEO prometeu que ela será mais independente do Google, criando uma variante própria do Android com outra loja de apps. Parece que a Microsoft ficou interessada nessa ideia.

>>> Cyanogen quer criar uma variante do Android independente do Google

Segundo a Bloomberg Businessweek, a Microsoft está em negociação para investir na Cyanogen. O Wall Street Journal diz que ela participará de uma rodada de financiamento no valor de US$ 70 milhões. Este valor não virá apenas da Microsoft, que seria uma acionista minoritária na empresa.

Ou seja, a Cyanogen não será adquirida pela gigante de Redmond, mas esta ainda é uma estratégia interessante. A Microsoft continua apostando no Windows Phone, presente em apenas 3% dos smartphones vendidos, de acordo com a IDC.

Enquanto isso, há um potencial enorme para smartphones Android sem o aval do Google. Eles já representam 37% dos dispositivos Android vendidos no terceiro trimestre, segundo a Strategy Analytics, e a Cyanogen acredita que essa proporção pode subir para 50% a 70% nos próximos anos.

Isso poderia trazer mais pessoas para o Bing, o Office, o Xbox Music, ou qualquer outro serviço que a Microsoft ofereça no Android.

No gráfico, a cor cinza-claro representa o Android não-Google.

Além disso, a Microsoft não é exatamente fã da dominância do Google em smartphones, e quer contra-atacar de forma indireta. Ela não é a única: o WSJ diz que “outros investidores estratégicos manifestaram interesse na Cyanogen porque eles também estão ansiosos para diminuir o controle do Google sobre o Android”.

A Microsoft é esperta quando se trata em fazer investimentos como esse. Em 2007, ela comprou 1,6% do Facebook antes de a rede social explodir em popularidade. Ela pagou US$ 240 milhões na época; agora, essas ações valem US$ 1,36 bilhão.

O CEO da Cyanogen, Kirt McMaster, quer uma variante do Android que seja totalmente aberta até o núcleo, permitindo a criação de apps que se integram de forma bem profunda ao sistema, algo que o Google não permite.

Ao criar uma variante do Android, o Cyanogen não poderá pré-instalar a Play Store no sistema. Por isso, McMaster anunciou planos de criar uma loja própria de aplicativos dentro dos próximos 18 meses.

McMaster diz que mais de 50 milhões de pessoas usam o sistema criado pela Cyanogen, a maioria após instalar a ROM customizada. A empresa também fechou parcerias com a OnePlus e a Micromax para embutir seu sistema em smartphones. [Wall Street Journal, Bloomberg Businessweek]

Foto por Cyril Gauthier/Flickr

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Que tal escolher o que vai tocar na sede da Crispin Porter + Bogusky em Estocolmo?

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Logo que li a notícia de que a equipe da Crispin Porter + Bogusky em Estocolmo permitiria que o público escolhesse, via Twitter, o que eles irão ouvir, a primeira imagem que me veio à cabeça foi a de criativos transformados em reféns. Daí me lembrei que talvez não seja tão ruim para eles, afinal, quem nunca ouviu falar da Síndrome de Estocolmo, que torna vítimas simpáticas a seus agressores?

É claro que tudo isso faz parte de uma campanha promocional da agência, chamada Subservient Speaker. Para “colaborar”, é só tuitar o nome da música/artista para @cpbscandinavia, usando a hashtag #subservientspeaker. Mas lembre-se que há algumas regrinhas, e a principal delas é que Coldplay deve permanecer fora da playlist.

Usando a hashtag, dá para encontrar algumas das músicas sugeridas e, por incrível que pareça, algumas delas podem render uma playlist interessante para quem, assim como a equipe da CP+B, anda precisando de um pouquinho de inspiração.

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