Você pode colocar estes interruptores sem fio em qualquer lugar

Mesmo para quem está acostumado a fazer reformas, instalar um novo interruptor de luz não é das tarefas mais fáceis. Você tem que abrir buracos e ligar fios, sem contar o medo de dar curto circuito na instalação elétrica da sua casa. Mas, com o novo Avi-on Switch, colocar um novo interruptor é quase tão fácil quanto colar um Post-it na parede.

Usando Bluetooth, o interruptor se conecta sem fio a um adaptador especial que fica entre a lâmpada e a tomada ou a uma lâmpada com Bluetooth da própria Avi-on, o que permite usá-lo mesmo nas luzes permanentes. A instalação e o agendamento são feitos através de um app de iOS, e a criptografia garante que vizinhos xeretas não vão mexer nas suas configurações.

Os criadores dizem que as baterias do Avi-on Switch duram alguns anos até precisarem ser trocadas, e o slider sensível ao toque usado no lugar de um interruptor físico permite regular a intensidade das luzes que você já tem na sua casa, o que pode valer a pena.

Infelizmente, apesar de todas estas promessas, os criadores não parecem ter tanta confiança no produto. Em vez de iniciar imediatamente a produção, eles optaram pela rota do crowdfunding, passando o risco para quem quiser pagar US$59 pelo kit iniciante, que inclui um adaptador de tomada e um interruptor. Se eles conseguirem US$80.000 no próximo mês, o produto estará garantido para algum momento do ano que vem. [Avi-on via Engadget]

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Como o Twitter planeja dominar o seu celular

O Twitter está indo além das pequenas mensagens de texto: a empresa laçou hoje um kit de desenvolvimento de software chamado Fabric e através dele que o Twitter vai tentar dominar o seu telefone.

O Fabric oferece um layout simples para que desenvolvedores possam criar seus próprios aplicativos. Isso é bom para os programadores, mas é melhor ainda para o Twitter. Seguindo os passos do Facebook, o Twitter quer se tornar uma potência dos anúncios para aplicativos de terceiros. Se os desenvolvedores usarem a nova plataforma do Twitter, a empresa poderá ganhar dinheiro com os anúncios que forem feitos dentro dela. Além disso, com a possibilidade dos desenvolvedores usarem o Twitter como ferramenta de login, a autenticação da rede social ganhará alcance, da mesma forma que aconteceu com o Facebook. Se os programadores colocarem as incorporações do Twitter em seus anúncios de publicidade, o Twitter terá um alcance muito maior do que ele poderia conseguir com um único produto. O pequeno pássaro azul quer infiltrar todo um universo de novos aplicativos de terceiros usando o Fabric.

A grande proposta do Fabric é ser extremamente simples. Ele se divide em três kits: O Twitter Kit, que integra os aplicativos com a rede social, que permite que ao aplicativos usem a ferramenta de logar com o Twitter; o Crashlytics, que serve para que os programadores possam detectar e acompanhar as eventuais falhas dos aplicativos; e por fim, MoPub, cujo objetivo é integrar anúncios dentro dos aplicativos para que eles gerem lucro.

Se os programadores colocarem as incorporações da rede social em seus anúncios de publicidade, o Twitter terá um alcance muito maior do que ele poderia conseguir com um único produto. E se eles usaram o MoPUb, Twitter ganhará dinheiro com a empreitada. O pequeno pássaro azul quer infiltrar todo um universo de novos aplicativos de terceiros usando o Fabric, ajudar os programadores na tarefa de criar e divulgar seus aplicativos e, por fim, lucrar com isso.

Para melhorar o negócio, o Twitter desenvolveu um programa chamado Digits que irá permitir que os desenvolvedores inscrevam pessoas nos aplicativos usando seus números de telefone em vez de seus endereços de e-mail. Essa é a chave para a abertura de novos mercados, uma vez que — acredite se quiser — existem pessoas que não têm endereços de e-mail. O Twitter também oferecerá suporte para problemas através de um kit chamado Crashlytics.

Este é um grande salto do Twitter. Mat Honan, da Wired, explica:

Uma fonte familiarizada coma  estratégia de negócios do Twitter compara esse movimento a quando o Google começou a se expandir através do Youtube, do Android e do Chrome. “Você poderia se perguntar o que é que o Gmail tem a ver com buscas. Como ele pode ajudar nas buscas? E a resposta é que ele não ajuda. O Gmail valoriza o Google, no entanto, porque faz com que a empresa se torne mais central e importante na vida das pessoas.”

Mas toda essa mudança não afetará o produto principal produto do Twitter, pelo menos não de maneira direta. Não haverá redesign no site ou algum novo recurso. Mas as novidades podem — e devem — encorajar os desenvolvedores a criarem aplicativos complementares para a rede social. Se você é desenvolvedor e quer saber mais sobre o Fabric, inscreva-se aqui.

E embora nada disso vá mudar a maneira como tuitamos, o Fabric pode fazer com que o Twitter se torne uma empresa totalmente diferente.

[Blog do Twitter / Wired]

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Porque o legado cultural da BBC não tem nada a ver com Elton John vestindo um paletó cheio de borboletas

Na minha coluna passada muita gente bateu de frente comigo porque eu desanquei o clipe com a versão de “God Only Knows” dos Beach Boys que a BBC fez para lançar seu novo portal de música, BBC Music. Uns me acusaram de saudosista por comparar com outro clipe, um pouco menos brega, que a emissora estatal britânica fez há 17 anos. Outros simplesmente discordaram porque gostaram do clipe e acharam que eu não podia achar o clipe brega. Uns poucos partiram pro ataque pessoal, essa arrogância agressiva é o que move as ondas das redes sociais.

Vou explicar: o clipe não é ruim. Ele é todo bem produzido, direção de arte caprichada, boa escolha de música e um bom elenco de intérpretes. Mas imagine se a Apple fosse a empresa que lançasse esse comercial? Todo esse panteão rococó destoaria drasticamente da imagem cool e minimalista que é a alma da imagem da empresa de Steve Jobs. Consegue imaginar o Spotify ou o próprio YouTube se vendendo dessa forma, com essa estética? É uma estética que tem mais a ver com a imagem que as grandes gravadoras gostam de passar, essa sensação de que todos os artistas estão juntos cantando uma mesma canção, com efeitos especiais sofisticados e que demonstrem uma certa sensibilidade.

A British Broadcasting Corporation, fundada em 1922, é um ícone britânico tão importante quanto a família real, o ônibus, os policiais, a cabine telefônica, o Big Ben, os Beatles e Harry Potter

O problema do clipe, na minha opinião, é seu excesso visual. É um apuro visual caro à Hollywood, à direção de arte exagerada dos filmes de Tim Burton, dos filmes que George Lucas fez de Guerra nas Estrelas na virada do milênio, da Asgard dos estúdios Marvel. Reunir vários artistas para cantar um clássico dos Beach Boys não é nada risível quanto ver um tigre saltando sobre o piano de cauda tocado por Brian Wilson, que se apresenta num palco de frente à orquestra que toca entre abajures que piscam. Sério que você não achou brega aqueles diamantes voando ao redor de Stevie Wonder?

Não é essa a imagem que a BBC nos passa. A British Broadcasting Corporation, fundada em 1922, é um ícone britânico tão importante quanto a família real, o ônibus de dois andares, os policiais, a cabine telefônica, o Big Ben, os Beatles e Harry Potter. A estatal é um poço de conhecimento, uma biblioteca multimídia do século 20, que produz jornalismo e entretenimento com uma qualidade tão célebre quanto seu nome. Pouquíssimas empresas têm um nível de exigência tão alto quanto a BBC – e não estou falando apenas de empresas de comunicação.

BBC
Toda uma fleuma, polidez e austeridade típicas do que se reconhece como essências da cultura britânica também são qualidades da emissora

Essa excelência se traduz esteticamente. Toda uma fleuma, polidez e austeridade típicas do que se reconhece como essências da cultura britânica também são qualidades da emissora, que reforça essa imagem que o Reino Unido quer passar para o resto do mundo. Na BBC isso se traduz com uma paleta de cores contida, um minimalismo nas fontes, a sobriedade e a clareza nas expressões, tudo mínimo e comedido mesmo em seus espasmos de loucura (que não são poucos).

É vasto o legado cultural da emissora, que reúne as célebres BBC Sessions com os maiores nomes da história do pop mundial, os documentários de Adam Curtis e David Attenborough, comédias impagáveis como “Absolutely Fabulous”, “The Young Ones”, “Little Britain”, “Fawlty Towers”, “Coupling”, “Monty Python”, “Spaced”, “The Office” e “The IT Crowd”, programas musicais como o “Old Grey Whistle Test”, “Top of the Pops” e “Later with Jools Holland”, séries clássicas como “Life on Mars”, “The Hour”, “Black Mirror”, “Torchwood”, “Doctor Who”, “Skins” e “Sherlock”. Você não precisa ter visto todos esses programas para saber de sua relevância – e também para ter uma idéia do alto padrão estabelecido pela emissora britânica.

BBC

Em se tratando apenas de música, basta falar da importância de um único homem – John Peel. Morto há dez anos, Peel é praticamente um totem à importância da BBC como visionária musical. Por trinta anos DJ da emissora, ele ergueu as bandeiras da psicodelia, do rock progressivo, do rock de garagem, do punk rock, do reggae, do hardcore, da new wave, do pós-punk, da música eletrônica e do indie antes que todo mundo começasse a prestar atenção nos artistas destes gêneros, usando sua prestigiada posição de radialista de uma das principais emissoras de rádio do mundo não para impor regras ou determinar padrões musicais – ele era um farol que buscava o que a contemporaneidade parecia não ver, apontando saudáveis rupturas ao status quo musical.

Suas Peel Sessions reuniram os momentos clássicos de artistas vivendo seus respectivos auges – do Superchunk ao Supertramp, David Bowie e Pixies, Pink Floyd com Syd Barrett e Joy Division, Jimi Hendrix e Nirvana, Peel gravou com todo mundo. Foram 4 mil sessões com mais de dois mil artistas diferentes.

Sua importância é lembrada anualmente pela própria emissora desde 2011, quando a BBC resolveu estender sua participação no evento Radio Festival ao inaugurar a BBC Music John Peel Lecture, uma masterclass em que um nome importante da música lembre de aspectos relacionados à liberdade criativa que Peel tinha na emissora.

O evento acontece todo ano na University of Salford, em Manchester, na Inglaterra, e celebra a cultura do rádio e das transmissões de áudio. A primeira John Peel Lecture, em 2011, foi ministrada pelo fundador do The Who, o guitarrista e vocalista Pete Townshend. A deste ano foi dada por ninguém menos que Iggy Pop, no último dia 13 deste mês.

BBC

Foi a primeira palestra que Iggy Pop deu na vida – e o mero convite à palestra é outra amostra do grau de risco que a BBC gosta de correr. Iggy Pop é uma lenda do rock por ter inventado o punk rock bem antes deste ter esse nome, quando numa cidadezinha no subúrbio de Detroit, juntou com uns malucos no final dos anos 60 para tentar imitar o Doors e pariu dois dos discos mais barulhentos da história do rock, The Stooges (nome que também batizava sua banda) e Funhouse.

A BBC é uma emissora que coloca o maior delinquente da história do rock para dar uma palestra sobre música de graça no sistema capitalista

Desde então seu nome esteve envolvido em bastidores clássicos do rock e situações de perigo extremo sempre envolvendo álcool, sexo, drogas, violência e barulho. Iggy Pop quebrava garrafas no palco e rolava no chão enquanto cantava, saía na porrada com fãs durante os shows, passou algumas décadas – os anos 60, 70 e 80 – sem estar sóbrio. Hoje, quase 50 anos depois daquele tempo, Iggy especializou-se em ser uma lenda viva do rock, fazendo coisas que nunca fez na vida a partir desse novo título. Não por acaso vem apresentando um programa semanal na própria BBC (BBC 6, todo domingo à tarde) e aceitou dar a palestra da semana passada.

Por uma hora Iggy Pop falou sobre o tema escolhido – “Música livre (ou gratuita) em uma sociedade capitalista”, numa palestra que pode ser resumida na importância de se fazer o que se gosta por gostar, nunca por dinheiro. “Se eu quiser fazer música, a esta altura da vida, prefiro fazer o que quero e de graça, que eu faço, ou pelo menos a um preço barato, que eu possa pagar. E banque isso através de outros meios, como um orçamento pra um filme ou um site de moda – já fiz os dois. Isso parece funcionar melhor para mim do que os discos corporativos de empresas de rock’n’roll que eu tenho feito. Desculpa. Se eu quisesse dinheiro, que tal vender seguros de carro?”

BBC

Na palestra Iggy falou sobre pequenas gravadoras (citando-as nominalmente como onde encontrar música boa hoje em dia – “XL, Matador, Burger, Anti, Epitaph, Mute, Rough Trade, 4AD, Sub Pop”), sobre Jack Holzman da Elektra e Richard Branson da Virgin, sobre a Vice e o Guardian, critica o U2 e a Apple a aplaude Thom Yorke e o BitTorrent, além de falar sobre o porquê de ouvirmos tanta música ruim no rádio. A palestra dada no Quays Theatre da University of Salford pode ser ouvida em streaming por quatro semanas neste link, baixada neste outro link e a transcrição se encontra neste link (se alguém quiser se aventurar à tradução, basta postá-la nos comentários).

Resumo da ópera: a BBC é uma emissora que coloca o maior delinquente da história do rock para dar uma palestra sobre música de graça no sistema capitalista dentro de uma aula magna em homenagem a um ex-funcionário especialista em descobrir músicas que as pessoas iriam ouvir no futuro. E o que se ouve é uma hora de pensamento articulado, claro, bem humorado, mesmo quando quer chocar. Nada a ver com Elton John vestindo um paletó cheio de borboletas vivas.

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O New 3DS é o portátil que a Nintendo deveria ter lançado alguns anos atrás

Eu não estou dizendo que o Nintendo 3DS original é ruim. Eu com certeza não estou dizendo isso. O que estou querendo dizer é que o New 3DS é tão bom que eu gostaria que ele tivesse sido lançado muito antes.

Mas calma, o que há de tão novo e de tão bom assim?

Leia a matéria completa no Kotaku e descubra: http://www.kotaku.com.br/review-nintendo-new-3ds/

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Inbox, o novo app do Google que quer reinventar o email

Hoje, o Google revelou um projeto que está sendo desenvolvido há dois anos. À primeira vista, parece apenas um redesign no Gmail, o que é uma meia verdade. É um sistema completamente novo chamado “Inbox”, que quer reimaginar o conceito de email.

A ideia básica por trás do Inbox é tentar manusear as informações do seu email de uma maneira mais inteligente, destacando coisas importantes, resumindo as mensagens menos relevantes e acrescentando outras informações e lembretes. Lembrou do Google Now enquanto lia isso? É bem por aí mesmo.

Em primeiro lugar, o Inbox quer deixar seu email muito mais fácil de olhar com o que o Google chama de “Destaques”. Como mostra a imagem acima, se um amigo manda uma foto ou se você recebe informações sobre um voo, tudo isto é mostrado no seu feed para que você possa ver sem precisar clicar.

O Inbox também agrupa emails parecidos para que você tenha todas as informações num só lugar. Isto substitui aquelas abas do topo: ao invés disso, emails de promoções, atualizações ou redes sociais aparecem reunidos numa única linha. Você também pode ampliá-los e escolher os que você quer salvar.

Além disso, o Inbox tem uma função que já existia em apps de terceiros, como o Mailbox. Você pode agendar um email para ele reaparecer mais tarde na sua caixa de entrada. Também dá para colocar lembretes do Google na caixa de entrada e eles irão aparecer também no seu Google Now.

O Inbox é visto como uma opção separada do aplicativo tradicional do Gmail. O Google disse ao The Verge que eles acreditam que os usuários irão escolher um ou outro, mas não usar os dois. Definitivamente, há novas funções suficientes para competir com o veterano email.

Você poderá usar o Inbox no seu Android, iOS ou no navegador. Para pedir um convite, mande um email para inbox@google.com [Google]

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Inbox, novo aplicativo do Google tenta lidar com os emails de forma inteligente

Há anos que tentamos resolver o problema do email. Muita gente diz que ele vai morrer – substituído pelas ferramentas sociais – mas a verdade é que a sua caixa de entrada continua aí firme e forte. E lotada.

Uma diversidade de aplicativos específicos e abordagens diferentes já foram lançadas, todas com a proposta de ajudar o usuário a organizar melhor os emails que recebe. O interesse é grande, vide o sucesso do Mailbox e do Acompli, por exemplo.

Com o Gmail, o Google também já testou várias maneiras de reinventar a caixa de entrada, com mudanças de layout que incluíram a recente divisão em abas. Agora, a nova aposta da empresa é um app chamado Inbox.

Google Inbox
É como se o Google Now controlasse o seu Gmail, separando automaticamente o que mais interessa dentro da caixa de entrada

Ele copia funções de outras ferramentas já disponíveis, como adiar emails – que podem reaparecer depois de um período de tempo ou em uma determinada localização – mas traz um algoritmo próprio para tratar as mensagens de maneira inteligente.

É como um Google Now dentro do Gmail, que apresenta as mensagens em forma de cartões, destacando aquilo que o app julga mais importante, como reservas de hotel, passagens de aviões, etc. O Inbox também separa tudo em grupos, e você pode marcar com pins o que interessa, descartando o restante.

Ao que tudo indica, o Google está utilizando aqui alguma inteligência do finado Sparrow. Um aplicativo para iOs e Mac que era promissor, mas logo foi comprado pela empresa de Mountain View.

O Inbox ainda está em fase beta. Para participar é preciso convite de um amigo ou solicitando através do email inbox@google.com.

Google Inbox
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Doze das 32 empresas mobile mais valiosas são relacionadas a games

Um estudo elaborado pela empresa de consultoria financeira Digi-Capital e divulgado pelo site Games Industry mostra que a indústria dos games está dominando boa parte do mercado mundial de softwares mobile.

Leia a matéria completa no Kotaku: http://www.kotaku.com.br/doze-das-32-empresas-mobile-mais-valiosas-mundo-sao-relacionadas-games/

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Como a NASA lida com os odores dentro da Estação Espacial Internacional

O espaço pode ser um vácuo, mas, ao menos a bordo da Estação Espacial Internacional, os cheiros continuam aparecendo. E considerando que 6 pessoas vivem na ISS, alguns desses cheiros podem se tornar um grande problema. A NASA deu um jeito nisso.

O engenheiro da NASA Robert Frost e o antigo astronauta da ISS Clayton Anderson explicaram como a NASA cuida dos subprodutos malcheirosos dos astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional.


De Robert Frost, Engenheiro/Instrutor da NASA:

Os odores podem resultar de vazamento de gás de equipamentos, processos metabólicos da tripulação, comida, experiências, e retorno de atividades extra-veiculares da tripulação.

No módulo de serviço, a Unidade de Micropurificação oferece meios regeneráveis para remover contaminantes moleculares de baixo e alto peso.

No laboratório, o Subconjunto de Controle de Traços Contaminantes (TCCS, na sigla em inglês) desempenha função semelhante.

Ambas as unidades estão teoricamente operacionais. Qualquer uma é capaz de proporcionar a remoção de traços contaminantes para toda a ISS. A Unidade de Micropurificação ventila contaminantes para fora enquanto a TCCS prende-os em leitos substituíveis.

Os principais componentes do TCCS incluem um leito de carvão ativado, um conjunto oxidante catalítico, um leito absorvente de hidróxido de lítio. Apesar do TCCS remover a maior parte dos contaminadores atmosféricos com o leito de carvão, o oxidante catalítico é necessário para remover compostos moleculares de baixo peso, como o metano.

O ar que entra no TCCS é aspirado diretamente da cabine aberta da atmosfera para o leito de carvão ativado pelas ventoinhas da TCCS, que está abaixo do leito de carvão. O leito de carvão é impregnado com ácido fosfórico, que permite que ele absorva amônia. Abaixo da ventoinha, o ar processado é dividido em duas correntes; uma que vai em direção ao Conjunto Oxidante Catalítico, e uma para uma linha de desvio. A taxa de fluxo para o Conjunto Oxidante Catalítico é usada para controlar a velocidade da ventoinha e fornecer uma taxa específica de fluxo para o oxidante. O restante vai pela linha de desvio.

Um permutador de calor regenerativo e um aquecedor de resistência são utilizados para aquecer o ar que entra no oxidante para aproximadamente 400ºC. O catalisador oxida os compostos orgânicos para CO2 e água, e então converte os compostos inorgânicos para gases ácidos como cloreto de hidrogênio, fluoreto de hidrogênio e dióxido de enxofre. O ar que deixa o leito catalisador é resfriado no permutador de calor regenerativo e circula através do leito absorvente de LiOH. Esse leito remove qualquer subproduto ácido produzido durante o processo de oxidação. O ar que deixa o leito absorvente se combina com o ar desviado não-processado e retorna diretamente para os dutos.


De Clayton C. Anderson, astronauta da NASA para a ISS aposentado:

Como uma pessoa que foi duas vezes ao espaço e passou mais de 167 dias por lá (sendo que apenas oito desses não foram na Estação Espacial Internacional), tenho conhecimento pessoal definitivo sobre os odores existentes dentro do seu casco de alumínio anodizado.

Os sistemas mencionados por Robert normalmente não falham, com a tripulação realizando a manutenção rotineira deles de acordo com a agenda definida em solo. Isso nos proporciona um ambiente praticamente sem odor na ISS. Isso não quer dizer que não temos cheiros ao nosso redor. Nossa atmosfera padrão, composta pela mesma porcentagem dos gases que temos na Terra, é regulado para 14.7 psi e isso nos dá um ambiente de cerca de 22ºC, 55% de umidade com uma pequena brisa vindo do sul!

Oleg Kotov, colega russo de expedição e nosso comandante, gostava de guardar suas roupas de treino usadas acima da escotilha do FGB (Bloco Funcional de Carga, Módulo Russo). Não era minha escolha preferida para acomodar aparelhos de treino suados já que não havia uma boa chance deles secarem completamente por lá.

Eu preferia colocar minhas roupas sujas em um corrimão no módulo Node 1 do segmento dos EUA. Esse corrimão estava próximo a uma saída de ar condicionado, ou seja, o ar fresco e frio soprava minha roupa suada por horas até que eu as vestia novamente. Diminuindo a capacidade de gerar qualquer odor de vestiário, esse lugar especial também permitia que nossos sistemas ambientais absorvessem facilmente meu suor e transformassem ele em água potável para mais tarde!

Odores de comida estavam presentes também, mas eu não tinha problemas com eles.

Dentro da Estação Espacial Internacional

Comer um prato de peixe muitas vezes produzia o mais pungente odor, especialmente a versão norte-americana de gumbo de frutos do mar. Demorava algumas horas até que o cheiro sumisse do ar da ISS. Em missões de ônibus, muito comandantes proibiam o consumo de gumbo de frutos do mar devido a seu cheiro distinto e não muito agradável.

Dentro da Estação Espacial Internacional

E não se preocupe muito com o cheiro do banheiro. Os sistemas de fluxo de ar (especialmente no segmento dos EUA, e nem tanto no russo) eram bem eficazes para conter o cheiro de cocô, mandando o cheiro embora rapidamente para as entranhas da ISS, onde eles eram absorvidos de forma eficiente através dos filtros.

Por fim, há o “cheiro do espaço”. Frequentemente mencionado por astronautas, é algo difícil de descrever. Bem distinto – eu reconheceria instantaneamente – ele aparentemente é comparado a cheiros associados a soldagem ou queima de ozônio (e quem diabos sabe realmente como é o cheiro dessas coisas?). Após uma caminhada espacial, quando as tripulações e equipamentos retornam para dentro da ISS, lembro de ser capaz de sentir o cheiro de traços desse odor único por dias após a excursão pelo vácuo do espaço.

Imagem de topo via NASA


Como a NASA lida com o odor dentro da Estação Espacial Internacional apareceu originalmente no Quora. Você pode seguir o Quora no Twitter, Facebook, e Google+.

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Vencedor do Filminute precisa de apenas 1 minuto para te contar uma história de terror

Selecionado como o melhor filme de um minuto pelo júri do festival Filminute 2014, o vídeo “Tuck Me In” demonstra que uma boa história não precisa de muito lenga-lenga.

Cumprindo uma das principais propostas do festival, que é reverberar para além do 1 minuto de produção, o filme espanhol, dirigido por Ignacio F. Rodó, se baseou em uma das principais histórias contadas em um fórum do Reddit, e consegue ser melhor que muito filme de terror por aí.

O vídeo é todo em inglês, mas com certeza vale o play.

Brainstorm9Post originalmente publicado no Brainstorm #9
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Finalmente! Os hoverboards existem

Sei que tanta vezes já nos iludiram com essa promessa, e saímos por aí gritando aos quatro ventos que “o futuro chegou!”. Tudo, para no fim de tanto entusiasmo e alegria, alguém jogar na nossa cara que não passava de mentira, um hoax, viral ou qualquer bobagem do tipo.

Mas parece que agora vai, caros amigos. Os hoverboards estão entre nós. Aliás, não só parece que vai, como você poderá comprar um.

Hendo Hendo

A empresa Arx Pax lançou no Kickstaster uma campanha para arrecadar US$ 250 mil, e assim produzir em massa o chamado Hendo Hover. Eles já tem um protótipo funcional, apresentado no vídeo acima.

Eu sei que a primeira coisa que você vai pensar é: “Hey, isso não é um hoverboard de verdade”. Mas calma. O Henzo tem suas limitações: Só funciona sob superfícies metálicas, pois sua flutuação (de no máximo 2 centímetros) é gerada por campo magnético. Mas já é um começo, não?

As contribuições no Kickstarter são as mais variadas, mas a única que inclui um hoverboard em carne e osso (o McFly não acompanha) é a de 10 mil dólares. Eram apenas 10 disponíveis, todas já compradas, com promessa de entrega em outubro de 2015.

O foco da campanha está mesmo nos desenvolvedores, com kits e réplicas para que as pessoas testem, explorem e evoluam a tecnologia. Tenha fé, um dia o hoverboard será tão comum e barato quanto uma bicicleta. Talvez você não esteja mais vivo, mas vai.

Hendo
Hendo

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