WhatsApp para Android já está permitindo chamadas entre usuários

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A última atualização do WhatsApp para Android trouxe uma funcionalidade que já era esperada há tempos: a possibilidade de ligar para os seus contatos sem usar a linha telefônica.

Usando a conexão de dados, o aplicativo faz uma chamada para o seu contato, estabelecendo a comunicação através do próprio WhatsApp.

Quem atualizar para a versão 2.12.5 através da Google Play já terá acesso à funcionalidade, que aparecerá em uma terceira aba, “chamadas”, que aparecerá ao lado de “chats” e “contatos”. Outra alternativa para ativar a chamada via WhatsApp no Android é baixar um instalador pelo site do aplicativo.

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Por enquanto, a novidade está restrita para usuários do Android, mas Brian Acton, um dos co-fundadores do WhatsApp, garantiu recentemente que quem tem iOS também poderá ter acesso à funcionalidade dentro de algumas semanas.

A princípio, as chamadas ocorrem por VoIP e não estão sendo cobradas, mas não se sabe ainda se haverá alguma taxa para uso das chamadas de voz como um serviço adicional.

Vale destacar que não é preciso se cadastrar em nada, nem mandar X número de mensagens para ninguém para ter acesso à nova funcionalidade – basta aguardar pela atualização.

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Aplicativo identifica roupas usadas em séries e filmes para compra online

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Se você já quis saber qual roupa que o personagem de série de TV estava usando naquele episódio para poder comprar uma igual – ou pelo menos uma alternativa semelhante – então o Spylight é para você.

O aplicativo permite literalmente comprar o que está na sua tela. Você pode fazer isso ao segurar o celular perto da TV (ou tela do computador, tablet, etc) para que, de forma automática, o app sincronize o áudio do que você está assistindo com as roupas disponíveis naquele momento.

Se preferir explorar outras séries e filmes, também pode simplesmente acessar o enorme banco de dados da empresa e selecionar os programas ou personagens que lhe interessam – e consequentemente as roupas que eles usam. Além do app, essa busca também pode ser feita pelo site da empresa

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Por exemplo, no momento em que um novo episódio de Better Call Saul sair no Netflix, as peças de roupas usadas ficarão disponíveis no Spylight. Ao clicar na opção que interessa, é possível ver mais detalhes do produto como preço e também um botão para compra direta via loja indicada. Caso o item escolhido estiver esgotado, for de brechó ou de acervo pessoal, a ferramenta também indica peças semelhantes.

Para que essa mecânica funcione com precisão, Spylight trabalha diretamente com os estúdios para identificar cada item usado pelos atores durante as filmagens. Logo em seguida, quando o episódio ou filme for ao ar, estas roupas ficam disponíveis para o público.

No fim, a ferramenta acaba funcionando tanto para o usuário – que pode comprar ou se inspirar com as peças usadas – quanto para as marcas, que recebem reconhecimento e se beneficiam de suas contribuições aos filmes e televisão.

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O aplicativo é simples de usar, com uma interface que facilita a busca pelas infinitas peças de roupas disponíveis. Um recurso interessante também é a possibilidade de seguir seus personagens preferidos e acompanhar os itens usados ao longo do tempo.

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Spylight é gratuito e está disponível apenas para iOS. Por enquanto, não há confirmação sobre uma versão para Android.

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[Hands-on] Microsoft Surface 3: um tablet fino e leve que roda Windows completo

A Microsoft precisou de algumas tentativas, mas finalmente acertou em cheio com o Surface Pro 3. Era o que queríamos do primeiro Surface, mas custando a partir de US$ 800, ele também é caro. O Surface 3 é a tentativa da Microsoft de apostar em um preço mais baixo – desta vez sem o fracassado Windows RT. Eu o experimentei, e gostei do que vi.

Em primeiro lugar, vamos tirar algo do caminho: o nome é um pouco estranho. Por que o Surface 3 está saindo quase um ano depois do Surface Pro 3? Por que não chamá-lo apenas de Surface 4 e depois lançar o Surface Pro 4? A Microsoft obviamente não tem problemas em saltar números: eles ignoraram o Windows 9 e foram direto para o 10.

Nomes à parte, temos aqui o Surface mais leve de todos, com apenas 621 g (contra 785 g do Pro 3). Ele possui tela de 10,8 polegadas com resolução 1920×1280 e proporção 3:2 (o Pro 3 tem 12 polegadas e 2160 x 1440 pixels). Embora menor, a tela é mais brilhante: o Surface 3 chega a 430 nits, contra 400 no Pro 3.

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Surface 3 à esquerda, Surface Pro 3 à direita

E ele será lançado com o Windows 8.1 completo, que receberá uma atualização gratuita para o Windows 10 quando ele for lançado no terceiro trimestre. Não, não há nenhum “Windows RT” desta vez – esse aí já morreu.

O Surface 3 usa o novo processador Intel Atom x7 quad-core de 1.6GHz (codinome Cedar Trail). Ele permite criar um híbrido de laptop e tablet, consegue rodar o Windows completo dispensando ventoinha, porém é muito menos potente que o Core M.

O novo tablet é mais fino do que o Surface Pro 3 (8,7 mm vs. 9,14 mm). Esperamos que sua bateria dure bastante, também: a Microsoft afirma que ele consegue reproduzir 10 horas de vídeo.

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O Surface 3 tem um kickstand embutido com três posições, para você encontrar o ângulo ideal na mesa ou no colo. Ele não vem com uma Surface Pen, mas você pode comprar a caneta stylus separadamente – o tablet é compatível. Também haverá versões com 4G embutido, por algum dinheiro a mais.

Há uma câmera de 8MP na parte traseira e outra de 3.5MP uma na parte frontal. O Surface também tem uma seleção decente de portas: uma USB 3.0 comum, uma Mini DisplayPort, um leitor de cartões microSD, uma entrada para fone de ouvido, e uma porta microUSB que transfere dados a velocidades de USB 2.0 e serve para carregamento.

Isso mesmo: o Surface 3 carrega via microUSB, dispensando a necessidade de um carregador proprietário. Que morram todos! Ele virá com uma fonte de alimentação de 13 watts para carregamento rápido – são 2,8 horas para uma carga completa – mas permite usar qualquer carregador USB. Se você estiver preso em um aeroporto e tiver esquecido seu carregador, haverá outras formas de manter o tablet funcionando.

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Ele tem uma nova capa com teclado e touchpad, que será vendida separadamente – mas quem adquirir o Surface provavelmente vai comprar a capa também. Eu passei bastante tempo digitando no teclado do Surface Pro 3, que eu considero ser muito bom, e eu posso dizer que a Type Cover do Surface 3 é visivelmente melhor, apesar de ser menor, o que é realmente impressionante.

A maior diferença é que as teclas têm mais espaço entre si, dão uma resposta melhor ao serem pressionadas, e são incríveis para se digitar. Eu consigo escrever palavras e frases com rapidez sem nenhum problema. Na verdade, comecei a rir um pouco enquanto eu me lembrava o quanto eu odiava digitar no teclado do primeiro Surface. Este novo é extremamente útil. O trackpad também dá uma resposta melhor ao ser pressionado, e tem uma textura muito legal que permite deslizar meu dedo com facilidade.

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Surface 3 à esquerda, Surface Pro 3 à direita

O Surface 3 roda programas tradicionais do Windows e apps Metro também, mas claro que ele não tem o poder de computação do Surface Pro 3. A linha Atom não tem a potência que o Core i5 e i7 oferece, e o Surface 3 tem menos RAM (especificações e preços seguem abaixo). Por isso, o Surface 3 é mais adequado para tarefas leves, seja para trabalho ou diversão: digitar textos, navegar na web, assistir vídeos, entre outros.

A boa notícia é que ele parecia fazer tudo isso muito bem. Eu só pude testá-lo por meia hora, mas durante esse tempo ele pareceu rápido e fluido. Apps abriam rapidamente, programas funcionaram de forma fluida, e a touchscreen respondia rápido aos comandos.

No geral, minhas impressões sobre o Surface 3 foram positivas. Ele realmente dá a impressão de ser muito menor e mais leve do que o Surface Pro 3 ou um ultrabook comum. Ele ainda parece grande se comparado a tablets, no entanto. Em relação ao Nexus 9, a um iPad, ou a tablets Sony Xperia, ele é definitivamente grande e pesado. Ainda assim, você poderia facilmente colocá-lo na mochila e esquecer que ele está lá.

Ele parece ser um ótimo laptop para tarefas básicas, e eu consigo vê-lo comendo um pouco das vendas de Chromebooks, ou sendo um substituto apto para laptops mais baratos.

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Capa de teclado para o Surface Pro 3 à esquerda, e para Surface 3 à direita

O Surface 3 vem em algumas configurações. Por US$ 500, você recebe 2 GB de RAM e 64 GB de armazenamento; por US$ 600, essas especificações dobram – são 4 GB de RAM e 128 GB de espaço. Essa segunda versão parece valer os cem dólares adicionais, porque a diferença entre 2 GB e 4 GB de memória é notável.

Você também pode adquirir versões 4G desses tablets, que custam US$ 100 a mais. Todas as versões acompanham um ano de Office 365 Personal gratuito, que inclui armazenamento no OneDrive e minutos no Skype.

Nós ainda não sabemos quanto a Type Cover vai custar, mas a capa de teclado do Pro 3 custa US$ 130.

O Surface 3 está em pré-venda nos EUA, e será lançado em 5 de maio.

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Ligações no WhatsApp estão disponíveis para todos no Android, sem exigir convite

Nas últimas semanas, brasileiros divulgaram seus números de celular para o mundo na esperança de serem convidados para um recurso no WhatsApp: fazer chamadas de voz gratuitas. Você só conseguia usar isso se alguém com a novidade ligasse para você. Não mais!

O WhatsApp liberou as chamadas VoIP na versão mais recente do app (2.12.19) para todos os usuários do Android. Você pode baixá-la no Google Play ou em whatsapp.com/android.

A interface agora tem três abas no topo: Ligações, Conversas e Contatos. Toque na primeira aba, depois no botão “Fazer ligação”, escolha o contato e a chamada será feita – se a outra pessoa também estiver rodando a versão mais recente do WhatsApp para Android, é claro.

A chamada pode ser feita através do Wi-Fi ou rede móvel (2G/3G/4G), então fique de olho no consumo da sua franquia.

WhatsApp no Android

E o iOS? Um executivo do WhatsApp disse na conferência F8, do Facebook, que as ligações chegarão ao sistema em “algumas semanas”. Alguns usuários já conseguem ativar o recurso no iPhone, mas isso requer jailbreak.

As chamadas ainda não estão disponíveis para Windows Phone, mas talvez isso mude no futuro. Este mês, um usuário que traduz a interface do WhatsApp para WP recebeu o pedido para traduzir os termos “Ligações” e “As ligações que você fizer ou receber aparecerão aqui” do inglês para o italiano.

Claro, isso não significa que o recurso virá em breve: o Windows Central noticiou outro pedido de tradução para o Windows Phone dos termos “desligar”, “chamada recebida” e “chamada enviada”. Isso foi em abril do ano passado.

O WhatsApp não fez nenhum anúncio oficial por enquanto. [SlashGear e Engadget]

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Dados pessoais viram infográficos feitos à mão e enviados como cartões postais

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Em uma era de banco de dados, experiências baseadas em algoritmos e rastros digitais buscando cada vez mais aperfeiçoar nossas experiências de forma sistemática, é impossível não se apaixonar pelo projeto Dear Data.

Dear Data é um projeto apaixonante que celebra o lado imperfeito, incompleto e extremamente humano dos dados da vida.

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As criadores são Giorgia Lupi, uma italiana morando em Nova York, e Stefanie Posavec, uma americana morando em Londres. Com tanta coisa em comum – elas tem a mesma idade, são filhas únicas, tem a mesma profissão e deixaram sua terra natal para morar em outro continente – o projeto nasceu naturalmente, após se encontrarem pessoalmente apenas duas vezes.

Toda semana, elas selecionam juntas um tópico de suas vidas diárias que irão medir. Em seguida, cada uma coleta dados sobre isso e os sumariza em um infográfico ilustrado à mão. Como tela, elas usam um cartão postal que é enviado uma para outra no final da semana.

Abaixo, você pode comparar as criações de cada designer, usando frente e verso dos postais para medir pequenos detalhes da vida.

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Relógios

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Reclamações

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Espelhos

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Vício em celular

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Contato físico

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Transporte público

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Compras

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Agradecimentos

As designers usam dos detalhes mais pessoas e rotineiros de suas vidas para criar diferentes metáforas visuais e experimentar com técnicas totalmente manuais de visualização de dados.

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Ao tentar capturar a vida que se desdobra ao redor de cada uma, no lugar de modernos sistemas digitais que automatizam tudo, elas buscam descobrir padrões escondidos entre dados mundanos e expressar cada aspecto de forma pessoal. 

Cada postal toma tempo para ser analisado, ilustrado, transportado e, finalmente, lido. Como resultado, tanto o processo como seu produto final é intensamente humano.

Dear Data revela um lado poético dos dados, pedindo por uma certa calma, sensibilidade e pessoalidade na hora de lidar com os detalhes da vida – coisas que muitas vezes nos escapam.

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Série de pôsteres mostra como nos relacionamos com a tecnologia

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O designer Ajit Johnson resolveu satirizar os exageros que cometemos quando nos relacionamos com a tecnologia na série de pôsteres #ThisGeneration. São 16 ilustrações que pegam bem no nervo ao lembrar que as crianças de hoje preferem eletrônicos a brinquedos, que entre água e internet, a segunda opção costuma prevalecer como item de primeira necessidade.

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Basicamente, Johnson convida o público a refletir sobre como nos tornamos dependentes da tecnologia, e como isso tem afetado outras áreas de nossas vidas. Vale conferir.

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Skol aproveita hype e usa Periscope para transmitir show diretamente do Lollapalooza

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A vantagem de um processo de aprovação de ideias ágil é que é possível aproveitar ideias que precisam ser executadas rápido. Foi esse o caso do uso do Periscope pela equipe de Skol, durante o festival Lollapalooza, em SP.

A empresa transmitiu ao vivo, através do Periscope, novo app do Twitter, um show surpresa da banca Tropkillaz, que aconteceu no Skol Park.

A sinergia entre a equipe do Twitter, o time da F/Nazca e da Skol, que estavam no Lollapalooza para promover a cobertura do evento, fez com que o processo de aprovação da ideia de transmitir o show via Periscope fosse tomado rapidamente. Eram mais de 30 profissionais no local, responsáveis pela geração de fotos, vídeos e informações em tempo real, como forma de intensificar a experiência de quem estava no festival.

O Periscope feito pela Skol pode ser assistido através do tuíte feito pela marca, mas é necessário acessar via mobile e ter o Periscope instalado para assistir.

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Novo navegador Spartan, da Microsoft, está oficialmente disponível para testes

À medida que o Windows 10 se aproxima de seu lançamento, previsto para o terceiro trimestre, a Microsoft vem aos poucos adicionando novas funcionalidades à versão Preview, e esta pode ser uma de suas maiores atualizações. O Project Spartan, novo navegador da Microsoft, agora está disponível para testes.

>>> Microsoft irá enfim abandonar a marca Internet Explorer

Até então, nós só pudemos ver o Spartan na conferência da Microsoft em janeiro: ele possui uma interface limpa e minimalista, permite desenhar livremente em cima de uma página web, e conta com um modo de leitura que reformata artigos da web e os salva para ler depois.

Também vimos o Spartan em ação graças a um vídeo do WinBeta. Nele, fica bem clara a integração da Cortana ao navegador: ela salta na barra de endereços caso tenha mais informações sobre um site que você visitar; e aparece se você selecionar palavras para saber mais sobre elas.

Por dentro, temos uma nova engine de renderização, o EdgeHTML, que deixa para trás o código legado do Internet Explorer sem quebrar a compatibilidade com sites atuais.

A Microsoft adverte em seu blog oficial que esta não é a versão final do Spartan, ou seja, você encontrará alguns bugs e um design que ainda receberá ajustes.

Se você já está usando o Technical Preview, precisa atualizar para o build 10049. Digite “Windows Update” e clique em “Verificar atualizações”. Caso nada apareça, clique em Opções Avançadas e mude a caixa que diz “Lento” para “Rápido”. Se você ainda não usa o Windows 10, pode instalá-lo seguindo estas instruções. [Windows Blog]

Imagem via WinBeta

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Google Drive fará backup automático de fotos e vídeos sem exigir conta no Google+

Já tem um tempo que o Google oferece a rede social Google+ (mais recentemente, através do app Fotos) para fazer backup automático das fotos de smartphones. Isso era meio estranho e deixava um monte de gente se perguntando: se o Google tem um serviço de armazenamento na nuvem, o Drive, por que usar a rede social?

Isso começou a mudar: agora você pode ver e organizar no Google Drive as fotos que estão no seu Google+ — e em breve, poderá fazer backup das fotos usando os apps do Drive.

Segundo um post no blog oficial do Google Drive, os apps para Android, iOS e web ganharam hoje uma seção chamada Google Fotos — lá estão suas fotos e vídeos salvas na nuvem usando o backup automático do Google+ Fotos. O texto também diz que o Google+ Fotos vai continuar ajudando você a “armazenar, editar e compartilhar suas fotos”.

A versão para iOS do Google Drive já diz, na descrição na App Store, que o backup automático vai estar disponível gradualmente nas próximas semanas. No Android, porém, nada de backup automático por enquanto: como o Android Police observa, a mudança parece ser apenas no lado dos servidores e um recurso como este precisaria de uma nova versão dos apps. É provável que isto aconteça em breve: no começo do mês, o mesmo Android Police notou que já há trechos de códigos que sugerem que o backup automático está a caminho.

Google Fotos na web
BREVE

A migração era esperada, de certa forma. Desde que Vic Gundotra deixou o Google, em abril do ano passado, a perda de espaço do Google+ — principal projeto dele na empresa — é notada. Em setembro passado, a inscrição na rede social passou a ser opcional, depois de anos atrelando novas contas no Google a perfis no Google+.

Mais recentemente, o vice-presidente de produto do Google, Bradley Horowitz, falou em dividir o Google+ em dois: os serviços de edição e armazenamento de imagens ficariam no Fotos, e os recursos sociais ficariam com um novo “setor”, o Streams.

Por enquanto, o que temos é isto: o backup automático de fotos vai para o Google Drive, as ferramentas de compartilhamento e edição continuam no Google+ Photos. Mas um aviso: se você deletar uma imagem no Drive, ela também sumirá do Google+. Caso você tenha alguma dúvida, consulte este artigo da ajuda. [Google Drive Blog via Android Police]

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Campanha da Samsung traz histórias de um bailarino, uma lutadora de MMA e uma cantora

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O que poderiam ter em comum um bailarino com um tipo físico completamente inadequado para sua profissão, uma lutadora de MMA que é ao mesmo tempo mãe, esposa e campeã mundial, e uma cantora e compositora? Todos eles são donos de um smartphone Samsung e contam suas histórias e experiências em Into the Galaxy, campanha BRW Filmland de Los Angeles.

Medindo 2 metros, Fabrice Calmels não se encaixa no perfil de um bailarino tradicional, mas sim de um jogador de basquete. Ainda assim, ele conseguiu vencer os obstáculos e hoje é o principal artista do Joffrey Ballet, em Chicago, onde tenta mostrar que o balé é uma atividade atlética, assim como qualquer outra modalidade esportiva.

Michelle Waterson é bicampeã mundial – e invicta – de MMA. Além do fato de ser absolutamente linda, ela se divide entre o treino pesado – e bota pesado nisso -, os cuidados com sua filha e o dia a dia do casamento.

Vocalista da banda Western Bells, Sarah Ellquist DeBlanke está em constante busca por inspiração, registrando imagens, melodias e ideias o tempo inteiro.

O que os três filmes mostram é que todos eles têm de lidar com as dificuldades impostas pelo dia a dia, mas têm uma ferramenta que os ajuda a administra-las de forma criativa e eficiente.

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